quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Ciência não combina com silêncio

 Ciência não combina com silêncio

https://www.instagram.com/reel/DTzCnBxEdMM/?igsh=MWx5ejltdWQ5eG4wMA==

Tenho visto circular vídeos e informações sobre os imunizantes usados na pandemia — e o incômodo não está na vacina em si, mas no que não é dito. Há países que revisaram protocolos, suspenderam aplicações e até deixaram de utilizar determinados produtos. Fabricantes encerraram linhas, reformularam fórmulas, seguiram adiante. E o Brasil? Segue aplicando, quase sem debate público.

Não é negacionismo. É pergunta.

Não é ataque à ciência. É respeito a ela.

Quando um produto deixa de ser produzido, quando seu uso é revisto em outras nações, a população tem o direito básico de saber por quê. Transparência não enfraquece políticas públicas — fortalece a confiança nelas. O que fragiliza é o silêncio, o “confia e não pergunta”.

Ciência de verdade não é dogma. É revisão constante.

E saúde pública não pode funcionar como ato de fé.

A dúvida que fica não é se erramos no passado, mas se estamos dispostos a reavaliar no presente. Porque informação clara protege mais do que discursos prontos.

— Zéka Netta

Veja este vídeo da TV Câmara 

https://www.youtube.com/live/3hOpIgUhNMU?si=SfoxKKiEvwSAm3zS 

ISENTÃO !!!

 Muitas vezes ouço a pessoa dizer: Eu não tenho culpa deste desgoverno do amor, porque eu nunca votei, não confio em nenhum dos lados. 



Isenção também é escolha — e toda escolha tem consequências

A abstenção não é neutralidade. Quando alguém decide não votar, abdica de participar da construção coletiva e transfere aos outros o poder de decidir os rumos da sociedade.

O direito ao voto existe para ser exercido; ao recusá-lo, resta apenas o direito de estar — e de aceitar os efeitos das decisões tomadas.

Reclamar depois do resultado é incoerente com a própria escolha de não participar. Democracia exige presença, responsabilidade e compromisso.

Silêncio também decide. E quem se cala, consente.

“Quando abstenções, votos brancos e nulos superam o próprio pleito, não houve falta de escolha — houve a escolha de não mudar o cenário.”

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Zéka Netta Opina Sobre o Governo do "Sigilo do Bem" - O Capivara News

 Transparência virou discurso, sigilo virou prática.

Enquanto cofres se fecham no Planalto, jornalistas militantes ensaiam críticas tímidas e o cidadão segue no escuro, pagando a conta de um governo que promete democracia, mas governa em segredo.

Zéka Netta Opina Sobre o Governo do “Sigilo do Bem”

Eu confesso: sempre achei curioso esse novo conceito de democracia brasileira — aquela em que o povo vota, paga imposto e depois é gentilmente convidado a não fazer perguntas.

Porque perguntar demais agora é coisa de extremista.

Querer saber onde o dinheiro foi parar é atentado institucional.

E pedir transparência virou quase um pedido de golpe.

O lulismo atual descobriu algo genial:

o sigilo não é falta de transparência — é proteção emocional do governo.

Protege o gestor da ansiedade.

Protege o gasto da vergonha.

E protege o cidadão… da verdade.

Tudo agora entra em sigilo:

agenda, gastos, encontros, viagens, contratos, cafezinhos e, se bobear, até o espelho do banheiro do Planalto.

Porque vai que alguém veja o reflexo e faça uma pergunta incômoda.

E o mais bonito é o discurso:

“É pelo bem da democracia.”

Sempre é.

Ditadura é quando o outro faz.

Quando é o nosso lado, chama-se sigilo sensível com amor social.

Prometer transparência é fácil. Difícil é explicar por que o governo prefere o cofre fechado e a imprensa, às vezes, prefere não olhar a combinação.

Agora, vamos falar dos jornalistas militantes, essas criaturas místicas que vivem num eterno conflito interno entre a profissão e o panfleto.

De vez em quando, soltam uma “nota crítica”.

Mas é uma crítica tímida, educada, quase pedindo desculpa por existir:

— “Olha, a gente até achou estranho esse sigilo todo… mas calma, veja bem, o contexto, a conjuntura, o bolsonarismo, o fascismo, o aquecimento global e o Mercúrio retrógrado.”

No fim, a nota parece menos jornalismo e mais assessoria de danos.

A pergunta que fica é simples — e dói: 👉 Essa “crítica” serve para revelar a verdade

ou só para manter a ilusão de que ainda existe imprensa independente enquanto a propaganda segue intacta?

Porque transparência de verdade não escolhe governo.

Não tem lado.

Não pede licença ideológica.

Ou é transparência —

ou é escuridão bem maquiada.

E o povo, coitado, segue no escuro…

mas agora com a elegante explicação de que não pode acender a luz, porque atrapalha a narrativa.

No Brasil de hoje, saber demais virou suspeita.

E governar sem ser questionado virou virtude.

Mas calma…

se você reclamar, ainda vão dizer que o problema não é o sigilo.

É você.

— Zéka Netta

O uso sistemático do sigilo escancara o abismo entre o discurso democrático e a prática governamental — e revela uma imprensa seletivamente vigilante, sempre mais confortável quando o segredo vem do lado certo.

___________________________________________

#TransparênciaPública

#SigiloGovernamental

#Democracia

#CrônicaPolítica

#ZekaNetta

Zéka Netta — humor ácido, sarcasmo afiado e aquela cutucada cirúrgica nos jornalistas militantes que fingem fiscalizar enquanto passam pano institucional.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

ATENÇÃO, JURISTAS, GRANDES ADVOGADOS E DEFENSORES DO ESTADO DE DIREITO

 


ATENÇÃO, JURISTAS, GRANDES ADVOGADOS E DEFENSORES DO ESTADO DE DIREITO

Conclamamos os mais respeitados juristas, constitucionalistas e operadores do Direito do país, bem como o empresariado brasileiro, comerciantes e a iniciativa privada, a se unirem a um movimento cívico e institucional em defesa da legalidade, da moralidade pública e da democracia.

Diante de graves suspeitas de conflitos de interesse, abuso de autoridade e possível tráfico de influência envolvendo ministros de altas Cortes e o Banco Master, torna-se imprescindível que a sociedade civil organizada atue de forma responsável e firme, exigindo apuração rigorosa, transparência e responsabilização, nos termos da Constituição Federal.

Este manifesto visa engajar a iniciativa popular, fortalecer a atuação institucional do Senado Federal e reafirmar que ninguém está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e confiáveis.

O silêncio diante de suspeitas graves enfraquece a democracia.

A omissão corrói a segurança jurídica e afasta investimentos.

É hora de agir com coragem, técnica e compromisso com o país.

📜 Manifesto pelo Impeachment, pela Legalidade e pela Transparência

🤝 Apoio jurídico, empresarial e popular

🇧🇷 Em defesa da Constituição e da República.

Pedido de oração ao Irã...

 


Em meio aos protestos contra o regime ditatorial islâmico no Irã, um pastor iraniano alertou sobre a crise no país e pediu que a Igreja global ore pela nação: “Com profunda urgência, apelo para que a Igreja global clame”.


O pastor Nathan Rostampour, que trabalha com diversas organizações cristãs à serviço da Igreja Iraniana, declarou:


“Amados irmãos em Cristo ao redor do mundo, como pastor iraniano, escrevo-lhes com profunda urgência e com o coração sobrecarregado, apelando para que a Igreja global clame a Deus em favor do povo do Irã”. 


O pedido foi divulgado por meio de uma carta aberta à Igreja no último sábado (10), na qual Nathan detalhou que, enquanto os protestos nacionais continuam, o regime islâmico voltou a desligar a internet e a interromper quase toda a comunicação com o mundo exterior.


“Uma nação inteira foi silenciada. Famílias estão isoladas. A verdade está sendo soterrada. As trevas estão sendo usadas como arma. Homens e mulheres estão sendo espancados, presos e mortos nas ruas simplesmente por exigirem liberdade, dignidade e o direito de viver”, contou ele. 


E continuou: “Quando o mundo não pode ver, a injustiça se multiplica. Quando as vozes são silenciadas, vidas são perdidas. Este é um tempo para a Igreja se levantar. Apelo com urgência à Igreja internacional que se coloque na brecha e se torne a voz daqueles que foram forçados ao silêncio”.


‘O silêncio é abandono’


Há três semanas, o povo iraniano tem saído às ruas para protestar contra o regime ditatorial islâmico e a crise econômica.


Desde o dia 28 de dezembro, mais de 340 protestos foram registrados no Irã, segundo a agência Human Rights Activists News. O número de mortos já passa de 500, e mais de 10 mil pessoas foram presas, de acordo com a Reuters.


Matéria completa: guiame.com.br

HIPOCRISIA SILENCIOSA! - por Zéka Netta


HIPOCRISIA SILENCIOSA !

 Por mim, Zéka Netta.

Aprendi cedo que hipocrisia não grita — ela cochicha em grupo.

A esquerda adora pronunciar “ditadura” com a mesma empolgação de quem aprendeu a palavra ontem. Fascismo, então, virou tempero universal: joga em tudo, mesmo quando o prato é outro. Basta alguém discordar que pronto — é o retorno do bigode alemão, da marcha militar e do apito imaginário.

Mas curiosamente…

quando a opressão nasce do próprio útero ideológico, o barulho some.

Vira sussurro.

Vira nota de rodapé.

Vira “contexto”.

A censura muda de nome.

A perseguição vira “regulação”.

O autoritarismo passa a ser “cuidado social”.

E o calar o outro se transforma em “responsabilidade coletiva”.

Aí não é fascismo.

É pedagogia do bem.

Não é ditadura.

É democracia orientada — com manual, tutor e aviso de conteúdo.

A verdade é simples e indigesta:

a revolta não é por princípios — é por conveniência.

Não se luta contra a opressão; luta-se contra a opressão do outro.

Quando o chicote está na própria mão, ele vira instrumento educativo.

Liberdade de expressão só é sagrada quando ecoa o próprio discurso.

Quando desafina, vira ameaça à sociedade, à ciência, à democracia… e, se bobear, ao clima.

AH, não me iludo:

quem só denuncia tirania quando ela vem de fora não é antifascista.

É apenas fiel à própria bolha — e bolhas, como a história já ensinou, também sufocam.

Porque o problema nunca foi o fascismo e outros ismos de que acusam os outros.

O problema é quem está no poder quando ele aparece.

E sempre não é o que se fala e sim quem fala !


#HipocrisiaIdeológica

#RevoltaSeletiva

#LiberdadeDeExpressão

#DoisPesosEDuasMedidas

#AutoritarismoDisfarçado

#CensuraNãoÉCuidado

#FascismoDeEstimação

#DemocraciaOuNarrativa

#PensamentoCrítico

#IdeologiaCega

#BolhaIdeológica

#SilêncioConveniente

#RegulaçãoOuCensura

#OpressãoNãoEscolheLado

#ZékaNetta

Brasileiros querendo defender o ditador que massacrava venezuelanos...


 Em regimes ditatoriais e tirânicos a autorregeneração democrática torna-se estruturalmente inviável sem uma pressão externa ou rupturas sistêmicas devido os seguintes fatores:

1. A Captura das Instituições e o Fim dos Pesos e Contrapesos pois instituições como o Judiciário, o Legislativo e a imprensa, uma vez instrumentalizadas pelo regime, deixam de servir ao povo para servir à manutenção do poder. Na ciência política, isso é conhecido como a destruição do sistema de checks and balances (freios e contrapesos).

 * Judiciário e Legislativo: Em regimes como o cubano, essas esferas não gozam de independência funcional. Elas são integradas à ideologia do Estado, o que significa que qualquer tentativa de usar a "lei" para contestar o regime é filtrada por magistrados e legisladores que devem lealdade ao partido governante, e não à Constituição democrática.

 * A Imprensa e a Informação: A captura dos meios de comunicação impede a formação de uma opinião pública livre, essencial para qualquer transição. Sem o livre fluxo de ideias, o regime detém o monopólio da narrativa, dificultando a organização da resistência interna.

2. O Paradoxo da Restauração Interna: As ferramentas que deveriam restaurar a democracia foram as mesmas que permitiram ou foram moldadas pela tirania, elas não podem ser os agentes da mudança.

 * Vícios de Origem: Em um sistema onde o recrutamento para cargos públicos e militares depende da fidelidade partidária, o corpo burocrático do Estado tem incentivos diretos de autopreservação. Mudar o sistema significaria, para esses agentes, perder privilégios ou enfrentar punições por atos cometidos em nome do regime.

 * Incapacidade Estrutural: As instituições tornam-se "estruturalmente incapazes" de promover a transição, pois foram desenhadas justamente para impedi-la.

3. O Papel da Pressão Externa e da Soberania

Somente uma "pressão ou mediação externa" pode romper o ciclo de dominação porque regimes fechados criam um sistema de equilíbrio estático de opressão.

 * Isolamento vs. Intervenção: Historicamente, regimes que capturaram totalmente suas instituições raramente caíram apenas por reformas internas voluntárias. A mudança costuma exigir uma combinação de asfixia econômica externa, sanções diplomáticas ou o apoio internacional a movimentos de resistência que, sozinhos, não teriam força bélica ou financeira para enfrentar o aparato estatal.

 * Restituição da Soberania: A ajuda externa não é uma violação da soberania, mas um meio de devolvê-la ao povo. A lógica é que, sob uma ditadura, a soberania não reside na população, mas no partido; logo, romper esse monopólio é a pré-condição para que o exercício legítimo do poder popular retorne.

Conclusão:

A permanência de regimes como o de Cuba (65 anos) não se deve ao apoio popular contínuo, mas à eficiência técnica na destruição de qualquer via institucional de contestação. Quando o sistema se torna um circuito fechado de autopreservação, o fator externo ou uma ruptura drástica tornam-se os únicos caminhos para a restauração do Estado de Direito; aqui no Brasil já não existe mais estado de direito, percebem?

sábado, 10 de janeiro de 2026

09 de janeiro o dia da traição

 09/01/2023 - O DIA DA TRAIÇÃO 

J. Pizzotti 



O Dia 9 de Janeiro de 2023 jamais será esquecido. Não dá para esquecer.

Nesse dia, em Brasília, comandantes do Exército em conluio com a Polícia Federal, todos ligados, dominados e manipulados pelo desgoverno criminoso atualmente no Poder, optaram pela covarde irresponsabilidade de abandonar e trair um povo idealista e ingênuo que ficou semanas, sob sol e chuva, com bíblias nas mãos, pedindo pacificamente e inutilmente socorro e que as Forças Armadas salvassem o Brasil nas portas dos quartéis.


Parte dessas pessoas, de forma equivocada, demonstrou seu abandono, sua indignação e sua revolta pela omissão de todas as autoridades e políticos diante do Golpe de Estado dado pela Esquerda através de Eleições Fraudadas, invadindo prédios vazios, destruindo patrimônio público, e acabou caindo numa armadilha.


A maior parte das pessoas acampadas na frente dos quartéis do Exército não participaram da invasão de prédios do governo e da destruição de patrimônio público, mas todos que ali estavam, de forma generalizada, foram usados e rotulados convenientemente de "golpistas", e tudo isso para mascarar e justificar o verdadeiro e genial golpe que implantou no Brasil uma vergonhosa Ditadura, ditadura essa liderada por um condenado como ladrão, e um advogado chantagista, com traços de psicopatia e megalomania, travestido de Juiz da Suprema Corte, e tudo isso com o apoio incondicional de uma Polícia Federal dominada, aparelhada e corrompida, e de uma Imprensa suja, comprada, dominada, e que absolutamente não cumpre seu papel e sua missão de ser imparcial e bem informar.


Em 09 de janeiro de 2023 em Brasília aconteceu VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CÁRCERE PRIVADO, TORTURA FÍSICA, MORAL, E PSICOLÓGICA, E ABUSO DE PODER, NUMA GUERRA ASSIMÉTRICA POLITICA E IDEOLÓGICA PARA A TOMADA DE PODER E IMPLANTAÇÃO DO MEDO, DO TERROR, E DE UMA DITADURA NO BRASIL.


DESCRIÇÃO DOS FATOS


No dia 09 de janeiro de 2023, com total conhecimento, e por ordem dos cidadãos ALEXANDRE DE MORAES, Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA, Ministro de Justiça, LUIZ IGNÁCIO LULA DA SILVA, atual Presidente do Brasil, centenas (segundo verificações preliminares, mais de 1.500) de homens, mulheres e crianças que estavam acampados, de forma pacífica e sob proteção há mais de 60 dias, em área militar do Exército Brasileiro, em Brasília, Distrito Federal, foram de forma ilegal, inconstitucional, e desumana, coagidos e forçados, a entrarem em dezenas (50) de ônibus sob a responsabilidade da POLÍCIA FEDERAL BRASILEIRA (PF), sob total domínio e controle do governo brasileiro (a PF foi sendo transformada numa espécie de Gestapo Nazista).


Em seguida, esse contingente de seres humanos foram conduzidos e confinados em um Ginásio sob o policiamento ostensivo dessa mesma Polícia Federal e foram mantidos sob CÁRCERE PRIVADO, em condições sub humanas, privadas de água, alimentos, instalações sanitárias adequadas, e clara e propositadamente, sob tortura psicológica e moral, submetidas a técnicas sistematizadas de terror psicológico, detidas e presas sem nenhum tipo de tipificação de crime previsto na Legislação Brasileira, sem nenhum tipo de denúncia, julgamento e defesa.


Tudo aconteceu com a total omissão, conivência e insensibilidade do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), das Organizações de Direitos Humanos brasileiras, e dos Meios de Comunicação (TVs, Rádios, Jornais), todos controlados pelo atual governo, em atos que contrariam frontalmente todos os preceitos, declarações e tratados internacionais sobre Direitos Humanos da ONU, OEA e de demais Organizações Mundiais.


Essa ação desumana, criminosa e predatória das autoridades brasileiras contra inocentes, foi em represália aos acontecimentos referentes a ação de outros manifestantes em prédios do governo, onde elementos infiltrados (segundo alguns indícios, do próprio governo), e sob total conhecimento desse governo (pois essas autoridades foram no dia anterior alertadas pelos órgãos de inteligência Brasileira - ABIN), promoveram atos de vandalismo e danos ao patrimônio público para culparem a massa de manifestantes pacíficos, no melhor estilo nazista.


É importante lembrar o episódio do incêndio e destruição do Reichstag (um incêndio criminoso feito pelos nazistas onde se culpou os judeus) em Berlim em 27 de fevereiro de 1933, onde através de um golpe ao Parlamento Alemão se implantou o Nazismo na Alemanha, se culpando comunistas e socialistas, sendo que no Brasil, comunistas e socialistas do novo governo parecem terem assimilado e aprendido as lições da História e as técnicas nazistas de domínio e manipulação das Massas.


Dias antes do 08 de janeiro a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) emitiu diversos alertas acerca do risco eminente de invasão a prédios públicos. 


Esses alertas foram distribuídos para todos os integrantes do SISBIN (Sistema Brasileiro de Inteligência), uma rede que une 48 órgãos em 16 Ministérios, portanto as autoridades brasileiras citadas na presente denúncia sabiam com antecipação que iria ocorrer uma ocupação pacífica dos prédios públicos, e vislumbraram a possibilidade de infiltrar elementos ligados a seus partidos políticos (PT e PSOL) para depredarem e destruírem o patrimônio público e culparem seus opositores, exatamente como fizeram os nazistas em 1933 com o incêndio do Reichstag, parlamento alemão, onde se culparam os judeus e os opositores, e que serviu como pretexto para se implantar definitivamente na Alemanha o Nazismo.


A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) Lucilene Florêncio, e o Diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Victor Arimatea, informaram que pelo menos 50 detidos na Academia Nacional da Polícia Federal foram transferidos para o Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade, o que confirmou as condições sub humanas relatas por diversas fontes.


Dessa brutal realidade descrita, por todas as ilegalidades e desumanidades aqui relatadas, e sob total responsabilidade das autoridades brasileiras citadas, seres humanos, sobretudo crianças, conforme o que foi amplamente divulgado nas redes Sociais da Internet, correram risco de vida.


As Forças Armadas, mesmo com a evidência de um Golpe de Estado dado pela quadrilha de Lula através de Eleições e um Sistema Eleitoral corrompidos, fraudados desde o início, e com um Sistema de Apuração de Votos (SISTOT) fraudado e impossível de ser auditado, não cumpriu e não cumpre sua missão constitucional e histórica, que é em sua essência a Defesa do Povo e razão de sua existência.


As instituições Forças Armadas, o Ministério Público e a Polícia Federal, antes motivo de orgulho, e amadas e respeitadas pelo Povo Brasileiro, estão hoje de quatro, sendo subjugadas, violentadas, dominadas e estupradas por um único cidadão com traços mais que evidentes de psicopatia e megalomania.


Com uma narrativa mentirosa da defesa do Estado Democrático de Direito, defesa da Democracia, defesa da República e da Constituição, se executa, na prática, a destruição dessas instituições e conceitos, se inverte todas a verdades e valores, e se prepara o caos e a destruição no Brasil.


Adolf Hitler fez isso na Alemanha e a destruiu.


Estamos observando destruição de um país, a destruição de sua Economia, e um país inteiro ser sequestrado e dominado por bandidos. Até quando e a que preço não haverá reação e se entregará o Brasil a destruição ? Esse é o ponto. Até quando o Exército irá dar apoio para esses criminosos no Poder da República ? 


É imprescindível e mais que necessário, que as Forças Armadas, o Ministério Público e a Polícia Federal resgatem sua honra e sua dignidade jogadas no lixo da História no fatídico dia 09 de janeiro de 2023. 


As gloriosas páginas da História dessas honradas instituições foram manchadas pelas sujeiras e indecências desses porcos que corrompem, maculam e destroem tudo que tocam, e isso precisa ser revertido.


Autoria: Pizzotti

08 de Janeiro, um rolezinho político desorganizado ! - por O Capivara News

 


Eu confesso: esperei mais.

Muito mais.

Venderam o 08 de janeiro como o grande épico da democracia brasileira. Um “quase golpe”, um “ataque sem precedentes”, uma “tentativa organizada de ruptura institucional”. Eu, ingênuo, achei que veria algo digno de manual de ciência política. Planejamento, estratégia, liderança, logística… essas coisas chatas que golpes de verdade costumam ter.

Mas não.
O que vi foi um rolezinho político desorganizado, com gente perdida, celular na mão, pedindo água, tirando selfie e perguntando onde ficava o banheiro do Supremo, que horas que o sanduiche prometido ia ser distribuido, .

Aquilo não foi golpe. Temos que falar a verdade, ou existe muita ingenuidade ou muita maldade.
Foi excursão mal guiada, onde militantes estavam infiltrados para causar o caos... Provavelmente os mesmos que já haviam feito o mesmo vandalismo em 2017, que a esquerda e a imprensa marrom fingem que nunca aconteceu...

Tentaram me convencer de que senhoras com Bíblia, patriotas de sandália e sujeitos que acreditam que o QR Code da urna leva direto para o comunismo estavam prestes a derrubar a República. A República. Aquela mesma que sobreviveu a ditaduras, hiperinflação, mensalão, petrolão e a carreira política de meia dúzia de iluminados. E que agora apresenta o maior de todos os roubos, o dinheiro do INSS, onde irmão e filho do painho do amor estão atolados até o nabo...

Desculpa, mas nem a esquerda engole isso sem água batizada pelo esguicho daquele padre Lancellotti que alicia menores e desfavorecidos, e não faz só no mês de Júlio..

Golpe, meus caros, exige cérebro.
Exige comando.
Exige silêncio.
Exige armas, apoio institucional e, principalmente, alguém minimamente capaz de terminar o que começou.

O 08 de janeiro teve só barulho, quebra-quebra e uma convicção inabalável… de que alguém, em algum lugar, estava no controle. Não estava, não tinha ninguém, pois o principal acusado e predestinado estava em Orlando curtindo umas férias na gringa enquanto o povo dormia em barracas no gramado do setor militar.

E aí veio o espetáculo posterior: transformaram a flopada em superprodução. Narrativa inflada, discurso grave, dedo em riste, censura travestida de proteção e punição em atacado — porque quando falta precisão, sobra exagero, onde painho mesmo fala em suas entrevistas: 'tem de mentir sim, porque a mentira voa mais rápido', 'ainda temos que construir uma narrativa para as eleições', 'quando ter uma coisa errada acuse alguém rapidamente'....

A direita fez papel de idiota útil.
A esquerda fez papel de salvadora da democracia.
E o país, como sempre, pagou o ingresso à época, hoje já vêem com aqules olhos de :__ "putzzzz estão pesando a mão.

No fim das contas, o 08 de janeiro não ameaçou a democracia.
Serviu foi de desculpa perfeita para esticar a corda, testar limites e dizer: “viu só? precisamos de mais controle”.

E eu sigo aqui, assistindo tudo, com aquela sensação incômoda de quem percebe que o circo é ruim, mas os palhaços continuam sendo aplaudidos, poucos expectadores mas ainda há muitos que estão na vibe da esquerda pois ter liberdade é ameaça, e não sabem ser livres... Vê o caso dos professores, que não contentes com 33 % de aumento salarial votaram em peso no desgoverno e esta semana ganharam um presentão 0,37%, espero realmente que os R$18,10 centavos lhes ajude a pagar a internet para poder ler meus artigos.



Se aquilo foi golpe, então eu sou astronauta. HAHAHAHAHA a ilustração ficou boa...
Se aquilo foi revolução, foi a mais desorganizada da história.
E se aquilo foi ameaça real… então estamos todos muito mais frágeis do que gostam de admitir.

me siga lendo, sempre.



#08DeJaneiro
#NarrativaInflada
#NemAEsquerdaEngole
#DemocraciaDePalco
#CrônicaPolítica
#SarcasmoPolítico
#BrasilEmCena
#ZekaNetta
#PensamentoCrítico
#SemPaixãoIdeológica

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Um pouco sobre a Venezuela e seu fadado destino...

 


*A Venezuela foi o primeiro País Sul Americano a conquistar sua independência da Espanha, em 1813, pelas mãos de Simon Bolívar.*


*Em 1922,* descobriu-se a primeira grande jazida de petróleo, na cidade de Zulia.


Em seis anos, *1928* aquele país já era o segundo maior produtor de petróleo do mundo, atrás apenas dos EUA. 


Durante a segunda grande guerra, foi o maior fornecedor de óleo bruto aos americanos. 


Em *1945*, produzia mais petróleo que todos os países do Oriente Médio juntos. 


Em *1950*, apresentava o quarto maior PIB per capita do planeta. 


*A Venezuela era* 2X vezes mais rica que o Chile, 

4X mais rica que o Japão,

12X mais que a China. 


Em *1960*, junto com Arábia Saudita, Irã, Iraque e Kuwait, fundou a OPEP. 


Em *1990*, os venezuelanos eram, na média, um povo rico. Contudo, pequenos bolsões de miséria ainda persistiam, como de resto em todos os países da América Latina. 


Foi aí que, em *1998*, surgia um "Salvador da Pátria" que iria acabar com a pobreza do povo: *Hugo Chávez.*


A partir de *1999* e durante os próximos dez anos, os aumentos do preço mundial do petróleo fizeram de Hugo Chávez um homem muito poderoso e multibilionário, que chegou a influenciar diretamente vários países latino-americanos e até mesmo outros continentes, com suas doações de óleo em troca de "serviços" - apoio a sua revolução bolivariana. 


A PDVSA, estatal do petróleo venezuelana, foi precisamente o instrumento de que Chávez se utilizou para a construção do "seu mundo".


Como uma "vaca leiteira", a empresa foi usada com propósitos político-ideológicos, *mas também para o luxo e a riqueza do núcleo duro do chavismo. 


Em *1999*, Chavez e Fidel Castro assinaram um acordo, pelo qual a Venezuela remeteria 53 mil barris de petróleo diários para Cuba, em troca do envio de 12 mil "médicos" cubanos para a Venezuela. Essas remessas de petróleo chegaram a 100 mil barris diários, mais que o consumo de toda a ilha caribenha, sendo que Fidel vendia o excedente para outros países (atualmente há cerca de 60 mil cubanos na Venezuela, controlando desde a segurança do presidente Maduro, até as forças armadas e de inteligência). Chávez entregou aos cubanos toda a emissão de passaportes e demais documentos de identificação. Além disso, deixou de investir dinheiro no seu país, para comprar bilhões de dólares em títulos da dívida de países amigos, como Cuba, Argentina, Bolívia e Equador. 


O ditador venezuelano, no seu delírio proto-comunista, estatizou todos os setores da agricultura, que foram relegados ao abandono, assim como fábricas de alimentos, supermercados, redes de rádio e TV, rede internacionais de hotéis.


*A maioria fechou.* 


O resultado disso foi que, em menos de uma década de chavismo, a proporção de alimentos produzidos na Venezuela caiu mais de 60%. 


A partir de *2008*, a importação de itens básicos, como remédios e alimentos, foi terceirizada para empresas estatais cubanas, como Alimport, Cuba Control e Surimport, que cobram altas taxas de intermediação. Mais uma forma de financiar a ditadura cubana. 


No final de *2013*, os preços do petróleo começaram a cair, levando a Venezuela a atrasar seus compromissos internacionais. 


A partir de *2014*, com a posse de Maduro em função da morte de Chávez, a destruição daquele país se acelerou. A inflação chegou a 700%, e o índice de desabastecimento chega a ser superior a 80%. 


Em *2017*, a inflação chegou a 2.616%, a maior do planeta. 


Entre *2015 e 2016*, 74% da população perdeu 8 quilos ou mais, em função da fome. 


No final de *2016*, 93,3% dos venezuelanos não tinham como cobrir as despesas com alimentação para garantir uma dieta mínima de 2000 calorias. As pessoas passaram a abandonar seus animais de estimação nas ruas, porque não tinham mais como lhes comprar ração. Esses animais passaram a ser caçados e abatidos para servirem de alimento à população faminta. Nem os animais dos zoológicos foram poupados, bem como os famosos pombos que habitavam as centenas de praças chamadas Simon Bolívar em todo o país. 


Em *2017*, a Venezuela teve de aumentar drasticamente sua importação de petróleo, devido ao sucateamento da PDVSA, cuja direção havia sido entregue aos "cumpanheros" dos sindicatos.


Adivinhem qual é o maior fornecedor de óleo à Venezuela? Sim, o *"grande satã"* norte-americano. 


Segundo Ricardo Haussman, da Universidade de Harvard, a tragédia venezuelana eclipsa qualquer outra da história dos Estados Unidos, Europa Ocidental e do resto da América Latina.

Isso sem contar que a Venezuela se tornou um narco-estado, sendo a maior exportadora da cocaína das FARC e da Bolívia para os cartéis de drogas mexicanos e do norte da África. Chávez (enquanto vivo), Maduro, Cabello e toda a cúpula militar venezuelana esteve ou está envolvida com o narcotráfico.


Em *2015*, dois sobrinhos de Maduro foram presos no Haiti por agentes da DEA americana quando tentavam vender 800 kg de cocaína.


Essa é uma breve história de como um demagogo INCOMPETENTE e seus asseclas conseguiram em menos de 20 anos arruinar um dos países mais promissores da América Latina, *com sua utopia socialista.*  


P.S. Todas as informações acima foram retiradas do livro "HUGO CHÁVEZ, O ESPECTRO", do jornalista brasileiro Leonardo Coutinho, cuja leitura é recomendada.

Vale a pena!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

A irmandade dos autoritários


 Há algo profundamente revelador quando o Irã - um regime conhecido pela repressão sistemática, pela negação de direitos humanos básicos, pela perseguição a minorias sexuais e pela submissão violenta de mulheres - se sente à vontade para condenar a captura de um ditador aliado, como no caso venezuelano. Não é contradição: é coerência entre regimes que se reconhecem.


O mesmo Estado que criminaliza a dissidência, pune a liberdade individual e transforma a lei em instrumento de medo não condena tiranias por princípio, mas por conveniência geopolítica. Ditadores se protegem mutuamente. Autoritarismos se solidarizam.


O que espanta não é essa aliança internacional do atraso, mas o fenômeno doméstico: brasileiros formados em instituições de ensino que deveriam cultivar pensamento crítico, mas que acabam defendendo - consciente ou inconscientemente - regimes e práticas que jamais tolerariam para si próprios. Defendem seus algozes em nome de narrativas ideológicas cuidadosamente embaladas.


Nada disso é desconexo. A relativização do autoritarismo, a normalização da violência estatal “do bem”, o esvaziamento do debate racional e até a banalização de pautas como a liberação indiscriminada das drogas compõem um mesmo cenário: quanto menor a capacidade crítica, quanto menos sinapses ativas, mais fácil é o controle do indivíduo.


Não se trata de acaso, mas de método. Regimes autoritários não sobrevivem apenas pela força; sobrevivem pela confusão moral, pela inversão de valores e pela formação de massas incapazes de distinguir liberdade de opressão - mesmo quando a opressão se apresenta como virtude.


No fim, a pergunta não é por que o Irã defende ditadores. A pergunta é por que parte da nossa elite educacional passou a defendê-los também. Toda a mistura tem muito método para a conquista de um objetivo: a captura integral do militante!

Os Batista na Venezuela


 Joesley Batista, dono da JBS e símbolo de um dos maiores escândalos de corrupção empresarial da história do Brasil, volta ao centro das denúncias. Revelações recentes indicam que, desde 2024, ele passou a controlar poços de petróleo na Venezuela, em operações cercadas por sigilo, documentos restritos e articulações políticas nos bastidores diplomáticos. É o mesmo empresário que confessou o pagamento de propinas bilionárias e agora aparece ligado a um setor estratégico de uma ditadura isolada internacionalmente.


A Venezuela não é um detalhe. Joesley Batista já havia mantido relações comerciais bilionárias com o regime de Nicolás Maduro em meio à fome, ao colapso econômico e à crise humanitária. Agora, as reportagens indicam um passo ainda mais grave: sua entrada direta no petróleo venezuelano, um setor controlado pelo Estado e historicamente associado à corrupção, lavagem de dinheiro e alianças políticas obscuras. Nada acontece ali sem o aval do regime e muito menos sem respaldo político externo.


Esse movimento levanta perguntas inevitáveis sobre o papel do governo Lula, que reaproximou o Brasil da Venezuela enquanto figuras envolvidas em grandes escândalos de corrupção voltam a operar nas sombras. O padrão se repete: regimes autoritários, sigilo institucional, poder político e interesses bilionários caminhando juntos. Muda o discurso, muda o país, mas o esquema continua o mesmo.

A Venezuela não virou ditadura da noite para o dia.

 A Venezuela não virou ditadura da noite para o dia.



Ela percorreu um caminho conhecido: concentração de poder, corrupção, o crime tomando conta do Estado, Judiciário legislando, Congresso esvaziado, opositores perseguidos, prisões políticas, imprensa calada, censura, eleições sem transparência, miséria e o êxodo de milhões de pessoas.


Neste final de semana, o mundo assistiu à queda desse regime, uma luz no fim do túnel aguardada por décadas pelo povo venezuelano. Mas o alerta não pode parar na fronteira.


O Brasil precisa olhar para si. Estamos, a passos largos, mais perto desse modelo do que muitos imaginam. Em 2022, comparações como essa foram censuradas. Dizer que Lula era aliado de Maduro virou “Fake News”. Hoje, os fatos falam por si, só não vê quem não quer. 


Ainda há tempo de mudar o rumo. Que aprendamos com o exemplo dos outros, e não vivendo a mesma tragédia.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Palavras do Papa Leão sobre a Venezuela


 O Papa Leão XIV voltou a se manifestar sobre a situação da Venezuela durante o Angelus deste domingo (4), no Vaticano. Em sua fala, ele fez um apelo direto para que o bem do povo venezuelano seja colocado acima de qualquer outro interesse.


Segue a transcrição da fala do Papa sobre o assunto: 


“O bem do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração e levar à superação da violência e à caminhada por caminhos de justiça e de paz, garantindo a soberania do país, assegurando o Estado de direito inscrito na Constituição, respeitando os direitos humanos e civis de cada um e de todos e trabalhando para construir juntos um futuro sereno de colaboração, de estabilidade e de concórdia, com especial atenção aos mais pobres, que sofrem em razão da difícil situação econômica. Por isso rezo e convido-os a rezar, confiando nossa oração à intercessão de Nossa Senhora de Coromoto e dos Santos José Gregorio Hernández e Irmã Carmen Rendiles.”


Fonte: Vatican News

Imagem: Tiziana FABI/AFP

#floripamilgrau #venezuelamilgrau #papamilgrau

Quando a hipocrisia atinge o seu máximo na ideologização - Zéka Netta - O Capivara News...

Quando o lugar de fala é respeitado… até falar demais

Eu, Zéka Netta, observo com uma mistura de espanto e cansaço a cena repetida:

os mesmos que passaram anos ensinando o mundo sobre lugar de fala, vivência, escuta sensível e protagonismo do oprimido, agora se apressam em desqualificar, julgar e até ridicularizar os venezuelanos que comemoram a queda de Nicolás Maduro.

De repente, o lugar de fala ficou condicionado.

Só vale se disser o que a cartilha aprova.

O oprimido é válido… até contrariar a narrativa

Durante anos, ouvimos que ninguém de fora podia opinar sobre a Venezuela.

Que só os venezuelanos sabiam o que viviam.

Que era preciso respeitar sua dor, sua fome, seu exílio.

Mas bastou parte desse povo festejar o fim de um ditador para que o discurso mudasse:

— “Estão manipulados.”

— “Não entendem o processo histórico.”

— “São massa de manobra do imperialismo.”

Curioso como, nesse instante, o povo deixa de ser sujeito e vira objeto explicativo.

A esquerda que ama o povo… desde que ele obedeça

O que está em jogo não é a Venezuela.

É algo mais profundo e mais incômodo: a dificuldade de parte da esquerda em aceitar que o povo real não é o povo idealizado.

O povo real:

sente medo

sente alívio

comemora o fim de quem o oprimiu

não escreve tese, escreve reação

Quando esse povo reage fora do script, ele vira problema.

E aí surgem os intelectuais de gabinete, explicando ao refugiado o que ele deveria sentir.

Isso não é solidariedade.

É paternalismo autoritário com verniz progressista.

Ditadura boa é a que confirma a ideologia

Existe uma hipocrisia difícil de disfarçar:

ditaduras de direita são chamadas de ditaduras.

ditaduras “do nosso campo” viram “processos complexos”, “experiências populares” ou “resistências imperfeitas”.

Maduro não caiu para esses setores porque foi ditador.

Caiu porque escancarou o fracasso moral de uma narrativa que preferia ignorar prisões arbitrárias, mortes em protestos e milhões de refugiados.

E quando a realidade entra pela porta, a ideologia costuma sair pela janela — mas gritando.

Por que isso acontece?

Acontece porque há mais apego à ideia do que às pessoas.

Porque reconhecer o sofrimento real dos venezuelanos implica admitir que o projeto defendido falhou — e falhou feio.

Acontece porque é mais confortável chamar o povo de alienado do que rever certezas.

Porque é mais fácil acusar a festa do oprimido do que encarar o próprio silêncio cúmplice.

O que eu afirmo, sem rodeios

Eu, Zéka Netta:l, lhe digo;

Quem só respeita o lugar de fala quando ele confirma suas crenças

não defende o povo — defende a si mesmo.

O venezuelano que festeja não está traindo a causa.

Está respirando depois de anos submerso.

E isso, gostem ou não, também é política.
 


#hipocrisia #esquerdaidrologica #venezuela #liberdade #oprimido #experiencianapele #socialismo #lugardefala

Um manifesto político-reflexivo sobre Maduro, narcoestados e o suicídio moral da neutralidade latino-americana. - por Zéka Netta O Capivara News

 

Manifesto de um continente cansado de fingir,



"Um manifesto político-reflexivo sobre Maduro, narcoestados e o suicídio moral da neutralidade latino-americana"

Eu Zéka Netta, escrevo não para convencer os convertidos, mas para incomodar os acomodados.

Escrevo porque há momentos em que o silêncio vira cumplicidade e a neutralidade vira método de destruição.

A prisão de Nicolás Maduro — ou o que ela simboliza — não é um capricho do imperialismo, como gostam de repetir os catecismos ideológicos. É um freio tardio, mas necessário, contra a normalização do sociocomunismo autoritário travestido de justiça social, que transforma países em narcoestados e populações em reféns permanentes.

Ideologia não absolve crime

Quando um Estado protege traficantes, lava dinheiro, silencia opositores e destrói instituições, isso não é projeto político — é crime organizado com bandeira.

E quando a América Latina passa pano para isso em nome de afinidades ideológicas, ela não está sendo solidária: está cavando a própria cova institucional.

Maduro não caiu do céu. Ele é fruto de uma cultura política que confunde poder com redenção, governo com messianismo, e miséria com virtude revolucionária.

A prisão dele é essencial não por vingança, mas porque sem responsabilização não existe reconstrução.

A farsa da soberania seletiva

Agora falo do nosso desgoverno.

A retirada — ou o esvaziamento — da aplicação da Lei Magnitsky não foi gesto diplomático inteligente, nem jogada estratégica. Foi algo mais grave: foi dar corda para o próprio autoflagelo.

Quando um governo escolhe relativizar sanções contra violadores de direitos humanos e operadores de narcoestados, ele não está protegendo soberania.

Está dizendo, nas entrelinhas:

“Podem avançar.

Podem testar os limites.

Nós aprenderemos na dor.”

A história ensina: quem afaga o autoritarismo acaba sendo mordido por ele.

Narcoestado não respeita fronteiras

O problema nunca foi só a Venezuela.

Narcoestados não ficam contidos em seus mapas. Eles exportam:

– corrupção

– violência

– migração forçada

– instabilidade política

Tolerar isso em nome de alianças ideológicas é suicídio geopolítico em câmera lenta.

E depois, quando o caos bate à porta, os mesmos que aplaudiram perguntam: “como chegamos aqui?”

Chegamos porque confundimos pragmatismo com covardia.

O povo foge, os discursos ficam

Enquanto líderes discursam sobre resistência e dignidade, o povo atravessa fronteiras com medo, fome e silêncio.

Não fogem de sanções.

Não fogem de embargos.

Fogem de governos que sequestraram o futuro.

Resumo dos principais crimes e violações atribuídos a Maduro e seu governo

✔ Prisões arbitrárias em massa e repressão política

✔ Assassinatos de manifestantes e uso excessivo da força

✔ Desaparecimentos forçados e tortura

✔ Sistema judicial controlado politicamente

✔ Crise que gerou milhões de refugiados

✔ Acusações de narcoterrorismo e crimes transnacionais

O retorno desses exilados não virá com slogans, mas com sinais concretos de que o ciclo foi rompido.

E romper ciclos exige cortes claros, não ambiguidades diplomáticas.

O que eu afirmo, sem rodeios, como Zéka Netta:

– A prisão de Maduro é um aviso, não um espetáculo.

– A contenção do sociocomunismo autoritário é uma necessidade continental.

– A flexibilização da Lei Magnitsky foi menos diplomacia e mais autossabotagem.

Não se constrói justiça social passando pano para tirania.

Não se protege democracia fazendo vista grossa para narcoestados.

E não se governa um país sério brincando de equidistância moral.

Última linha, porque toda ferida precisa de ar

A América Latina não precisa de salvadores.

Precisa de limites.

Precisa de responsabilização.

Precisa parar de confundir discurso bonito com projeto humano.

Porque, no fim, quem dá corda ao autoritarismo não o controla.

Apenas se oferece como o próximo nó do próprio chicote.

— Zéka Netta - articulista convidado — O Capivara News

#PolíticaInternacional #AméricaLatina #Autoritarismo #Narcoestados #Opinião #Geopolítica #DireitosHumanos



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Janja já torrou mais de 100 milhões de dinheiro público...

  



Umlevantamento de despesas atribuídas à primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, aponta um impacto já identificado de R$ 117.594.501,73 aos cofres públicos, com base em registros oficiais, reportagens e documentos acessíveis. O próprio levantamento ressalta que o total pode ser maior, já que parte dos gastos ainda não teria sido plenamente localizada ou detalhada.


Entre os itens listados aparecem viagens internacionais, eventos, diárias, hospedagens, equipes de apoio e reformas custeadas direta ou indiretamente com dinheiro do contribuinte. Apenas em ações ligadas ao G20, o levantamento aponta R$ 83,45 milhões. Há ainda R$ 26,8 milhões em reformas e compra de móveis, além de R$ 344 mil associados a um evento com estilistas em Paris, somados a gastos com passagens e diárias em deslocamentos para destinos como Paris, Roma, Catar e viagens relacionadas às Olimpíadas.


O material também menciona uma equipe de apoio com custo estimado em R$ 160 mil por mês, além de R$ 216,8 mil em hospedagem considerada de luxo em Brasília. Na prática, a conta reforça uma crítica recorrente. Enquanto o brasileiro lida com aperto no orçamento e serviços públicos que não acompanham a carga tributária, o núcleo do poder mantém um padrão de gasto distante de qualquer discurso de austeridade.


Mais do que a cifra, o que chama atenção é o contraste e a falta de clareza. Em um país onde cada centavo do cidadão já nasce comprometido com impostos, despesas dessa magnitude exigem transparência total, detalhamento e justificativas objetivas, não narrativas políticas. Se o governo cobra sacrifícios da população, o mínimo é que a vitrine do Planalto dê o exemplo.


Ah e vai ter um monte de gente defendendo, sabe por que? Porque se estivessem no lugar fariam o mesmo. Pois não cabeça doentia ela conseguiu "chegar lá"... Não importa-lhes o como ou sobre quem... Apenas pode !

PARABÉNS PETISTAS VCS SÃO O ORGULHO DA NAÇÃO….👏👏👏👏

 PARABÉNS PETISTAS VCS SÃO O ORGULHO DA NAÇÃO….👏👏👏👏 Janja Lula da Silva ligou para a senadora Soraya Thronicke, relatora do projeto de l...