segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Os Batista na Venezuela


 Joesley Batista, dono da JBS e símbolo de um dos maiores escândalos de corrupção empresarial da história do Brasil, volta ao centro das denúncias. Revelações recentes indicam que, desde 2024, ele passou a controlar poços de petróleo na Venezuela, em operações cercadas por sigilo, documentos restritos e articulações políticas nos bastidores diplomáticos. É o mesmo empresário que confessou o pagamento de propinas bilionárias e agora aparece ligado a um setor estratégico de uma ditadura isolada internacionalmente.


A Venezuela não é um detalhe. Joesley Batista já havia mantido relações comerciais bilionárias com o regime de Nicolás Maduro em meio à fome, ao colapso econômico e à crise humanitária. Agora, as reportagens indicam um passo ainda mais grave: sua entrada direta no petróleo venezuelano, um setor controlado pelo Estado e historicamente associado à corrupção, lavagem de dinheiro e alianças políticas obscuras. Nada acontece ali sem o aval do regime e muito menos sem respaldo político externo.


Esse movimento levanta perguntas inevitáveis sobre o papel do governo Lula, que reaproximou o Brasil da Venezuela enquanto figuras envolvidas em grandes escândalos de corrupção voltam a operar nas sombras. O padrão se repete: regimes autoritários, sigilo institucional, poder político e interesses bilionários caminhando juntos. Muda o discurso, muda o país, mas o esquema continua o mesmo.

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