sábado, 27 de junho de 2026

BAIXAR O SARRAFO: A MAQUIAGEM DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA



BAIXAR O SARRAFO: A MAQUIAGEM DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

Por Zéka Netta 

Há uma velha estratégia utilizada por quem não consegue melhorar os resultados: muda-se o critério da avaliação.


Se o atleta não consegue saltar um metro e oitenta, abaixa-se o sarrafo para um metro e vinte.


No boletim, ele aparece como campeão.


Na vida real, continua saltando um metro e vinte.


Foi exatamente essa imagem que me veio à cabeça ao observar as recentes mudanças nas regras de aprovação do ensino médio em diversos estados brasileiros.


O discurso oficial é bonito. Fala-se em combate à evasão escolar, inclusão, acolhimento, recuperação paralela e respeito às dificuldades dos estudantes.


Tudo isso é importante.


Mas existe uma pergunta que parece proibida:


O aluno aprendeu?


Porque uma coisa é oferecer novas oportunidades para aprender.


Outra, completamente diferente, é permitir que ele avance de série devendo seis disciplinas fundamentais e chamar isso de sucesso educacional.


Se um estudante não demonstrou domínio em seis matérias essenciais, em que sentido podemos afirmar que concluiu aquela etapa da educação?


Aprovação não é aprendizagem.


É apenas aprovação.


Imagine um piloto de avião reprovado em seis competências técnicas.


Um engenheiro sem dominar seis conteúdos essenciais.


Um médico que não compreendeu seis disciplinas fundamentais da graduação.


Você embarcaria nesse avião?


Moraria na casa construída por esse engenheiro?


Aceitaria ser operado por esse médico?


Então por que aceitamos isso justamente na educação, que forma todas as outras profissões?


A resposta talvez esteja nos números.


O Ideb não mede apenas desempenho nas provas.


Ele também considera o fluxo escolar, isto é, quantos alunos são aprovados.


Logo, quando aumentam as aprovações, o indicador melhora, mesmo que a aprendizagem permaneça praticamente igual.


É uma conta elegante.


Os gráficos sobem.


Os discursos ficam otimistas.


As entrevistas comemoram.


Enquanto isso, professores continuam enfrentando alunos que chegam às séries seguintes carregando deficiências acumuladas ano após ano.


A pandemia nos deixou uma lição dolorosa.


Milhões de estudantes foram promovidos mediante atividades remotas, trabalhos enviados pela internet e avaliações pouco supervisionadas.


Anos depois, as avaliações nacionais mostraram o tamanho das perdas de aprendizagem.


Agora reaparece a promessa de que uma recuperação paralela resolverá tudo.


Mas fica a pergunta:


Quem garante que os trabalhos foram realmente feitos pelo aluno?


Quem verifica se ele compreendeu o conteúdo?


Quem comprova que aquela recuperação recuperou conhecimento e não apenas uma nota?


Educação não se faz com confiança cega.


Faz-se com avaliação séria.


Porque recuperar significa aprender novamente.


Não apenas preencher um formulário.


Não apenas responder um questionário on-line.


Não apenas cumprir uma formalidade administrativa.


Há uma enorme diferença entre combater a evasão escolar e combater a ignorância.


A primeira enche as salas de aula.


A segunda enche as mentes de conhecimento.


Se precisarmos baixar o sarrafo para que todos consigam passar, talvez o problema nunca tenha sido o sarrafo.


Talvez tenhamos desistido de ensinar as pessoas a saltar.


E uma nação que troca o esforço de ensinar pela facilidade de aprovar pode até produzir estatísticas bonitas.


Mas dificilmente produzirá cidadãos preparados para construir um país melhor.



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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Ação de Israel para a tragédia da Venezuela

 


O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou hoje (25) que o país está se preparando para enviar uma delegação de ajuda humanitária à Venezuela, após a série de devastadores terremotos que atingiram o país ontem (24).


O Ministério da Saúde também está se preparando para enviar uma delegação de ajuda médica ao país sul-americano, que incluirá a formação de equipes médicas, logísticas e de resposta a emergências.


As ofertas de ajuda surgem após um terremoto de magnitude 7,2 ter atingido cerca de 160 km a oeste de Caracas, seguido menos de um minuto depois por um tremor de magnitude 7,5, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Vários prédios desabaram em questão de minutos.


Estima-se que o número de mortos deva ultrapassar 10 mil pessoas.


Israel tem um longo histórico de missões humanitárias e de busca e resgate em desastres naturais ao redor do mundo. Alguns exemplos são Marrocos e Haiti, após terremotos em 2023 e 2010, respectivamente; Colômbia, após enchente em 2010; e Brumadinho, no Brasil, após o rompimento da barragem da Vale.


Em tempos de tragédia, salvar vidas vem em primeiro lugar. Nossos pensamentos estão com o povo da Venezuela e com todos os que foram impactados por este desastre.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

A censura não é a solução: O valor da liberdade de expressão na "Era Digital".

 


 A censura não é a solução: O valor da liberdade de expressão na "Era Digital".


Vivemos em um tempo onde o acesso à informação está ao alcance de um clique. A internet e as redes sociais democratizaram a troca de ideias, permitindo que milhões de vozes se manifestem e que inúmeras verdades emergem, muitas vezes desafiando narrativas consolidadas. Mas, nesse contexto, surge também um perigoso movimento: a censura disfarçada de proteção contra notícias falsas.


Censura nunca foi sobre proteger a sociedade. Se fosse, estaríamos diante de debates públicos saudáveis, e não de silenciamento seletivo. Historicamente, sempre que as ferramentas de censura se consolidaram, o alvo real foram as verdades incômodas, as críticas legítimas e a pluralidade de ideias.


Sim, notícias falsas são um problema. Mas precisamos reconhecer que já existem leis e mecanismos para lidar com isso. Em vez de remover conteúdos às pressas ou silenciar contas, que tal promover educação digital e ampliação do acesso à justiça? Afinal, quem foi vítima de calúnia, injúria ou difamação tem meios legais para buscar reparação e expor a verdade.Impor censura na internet é como querer tampar o sol com as mãos: um ato que limita nossa visão, elimina nuances e enfraquece a sociedade. Para cada narrativa censurada, há um indivíduo ou grupo cujo direito de se expressar foi tolhido.


Defender a liberdade de expressão é abraçar a diversidade de pensamentos, aceitar o desconforto de ouvir opiniões diferentes e manter um compromisso ético com a verdade. É reforçar o papel da internet como um espaço público de troca de ideias, debates e, sim, de erros que precisam ser corrigidos, mas não calados.


Vamos defender a transparência e o diálogo, não a opacidade do silenciamento. O combate à desinformação começa na conscientização e na aplicação adequada das leis, não na censura. E nunca esqueçamos: quem controla o que pode ser dito, inevitavelmente controla o que pode ser pensado.


-Abilio Machado 


#LiberdadeDeExpressão

#CensuraNão #InternetLivre

#Democracia

#Transparência

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Será que o fim da USAID vai impactar também no Brasil?


 A mudança na política externa dos Estados Unidos durante a administração de Donald Trump, marcada pelo corte de recursos destinados à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), coincidiu com uma sequência de vitórias eleitorais de candidatos alinhados à direita em países da América Latina.


Desde então, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Honduras, Colômbia e Costa Rica passaram a ser governados por líderes que setores da imprensa internacional costumam classificar como representantes da “ultradireita”.


Os presidentes José Antonio Kast, Jaime Paz, Keiko Fujimori, Daniel Noboa, Nasry Asfura, Abelardo De la Espriella e Laura Fernández simbolizam uma mudança no cenário político regional.


O avanço dessas lideranças é um reflexo do desgaste de grupos progressistas que, durante anos, contaram com o apoio de organizações e programas financiados por recursos internacionais.


A sucessão de resultados eleitorais demonstra uma reconfiguração política em curso no continente, com crescimento de pautas conservadoras e de direita em diversos países latino-americanos.

Lula e suas 74 empregadas ...

 


Uma declaração antiga de Lula voltou a repercutir nas redes sociais. Na ocasião, o presidente afirmou que “o mundo só vai melhorar quando não houver mais empregadas domésticas”, defendendo que cada pessoa deveria cuidar da própria casa e das próprias tarefas domésticas.


A fala gerou debates e diferentes interpretações. Enquanto apoiadores afirmam que o presidente defendia uma divisão mais justa das tarefas do lar e a valorização do trabalho doméstico, críticos apontam uma contradição em relação à estrutura mantida pela Presidência da República.


Em outubro de 2023, o jornalista Cláudio Humberto publicou uma coluna informando que a estrutura do Palácio da Alvorada contava com 74 funcionários que se revezariam para atender às demandas da residência oficial. Segundo a publicação, entre os profissionais estariam motoristas, cozinheiros, garçons, camareiras e outros servidores de apoio.


A informação de 74 funcionários foi divulgada pelo jornalista e reproduzida por diversos veículos de comunicação à época.

sábado, 20 de junho de 2026

A sociedade atual transformou o absurdo em rotina...

 A sociedade atual transformou o absurdo em rotina. 


Discursos políticos que invertem realidade, conversas com amigos onde o óbvio vira debate, filmes e livros que celebram o caos como progresso. Tudo isso se repete tanto que perdemos a noção do ridículo.


Só o humor revela o fundo do poço diante do apodrecimento intelectual que nos cerca e por isso é tão perseguido.


A capacidade de criar e assimilar humor está diretamente ligada ao nível de inteligência do ser humano. E é por isso que o povinho das minorias não só não tem a menor graça (riem forçadamente do que adula a ideologia), como também perseguem aqueles capazes de criar sketches como essa.


O ser humano, por natureza, se adapta.


O que era impensável ontem vira normal hoje.


Essa capacidade, porém, é arma nas mãos de uma pequena elite com más intenções e sede de poder e controle.


Elas sabem que, com o tempo e uma avalanche de narrativas, trabalhos acadêmicos, reportagens e pesquisas falsas, aceitamos qualquer distorção.


Assim moldam uma sociedade doente, onde família, verdade e bom senso são atacados sem reação.


Rejeitar e fazer chacota é resistir antes que o absurdo vire herança para nossos filhos.



#nãoesqueço #sketch #humor #netflix #legendado

Entenda o pé de meia e o impacto na compra de votos...

 


Um registro em vídeo produzido por dois adolescentes tem circulado amplamente nas redes sociais, contendo críticas direcionadas ao programa federal Pé-de-Meia. No material, os jovens classificam a iniciativa como um mecanismo de incentivo financeiro que, na visão deles, possuiria motivação eleitoreira, referindo-se especificamente à parcela de 200 reais paga como auxílio-matrícula. O conteúdo despertou discussões polarizadas entre diversos usuários na internet.


O programa Pé-de-Meia, estabelecido pelo governo federal, destina-se a promover a permanência escolar e a conclusão do ensino médio entre alunos da rede pública que compõem famílias de baixa renda, preferencialmente cadastradas no CadÚnico. O modelo de incentivo financeiro é estruturado em diferentes etapas, abrangendo desde a matrícula até a conclusão dos anos letivos e a participação em avaliações como o Enem, podendo atingir o valor global de 9,2 mil reais ao longo do ciclo.


No debate público, vozes contrárias à medida apontam que a distribuição de valores a estudantes em períodos próximos a processos eleitorais pode levantar questionamentos sobre o uso político de políticas sociais. Em contrapartida, defensores sustentam que a proposta configura uma política de Estado voltada ao combate à evasão escolar e à mitigação de desigualdades, garantindo suporte econômico para que o estudante mantenha sua trajetória acadêmica.

Veja o vídeo 

Até o momento, não houve qualquer determinação judicial ou manifestação de órgãos de controle que caracterizasse o programa como prática de compra de votos. As alegações presentes no vídeo refletem uma opinião política sobre a iniciativa, que segue sendo executada pelo Poder Executivo sob a justificativa de ser um instrumento de fomento à educação e à continuidade escolar.


sexta-feira, 19 de junho de 2026

Uma boa quantidade de dinheiro 💰 e muitos relógios e jóias...e eis um petista na operação

 


Uma operação envolvendo o senador Jaques Wagner movimentou o debate político nesta semana e rapidamente tomou conta das redes sociais. No entanto, o que também chamou a atenção de muitos internautas foi o aparente silêncio de algumas figuras que costumam comentar com frequência temas relacionados à ética, transparência e investigações na política.


Nas redes, usuários passaram a questionar a ausência de manifestações públicas de nomes conhecidos da esquerda brasileira, gerando uma enxurrada de comentários irônicos e provocações entre apoiadores e críticos do governo.


Para esses internautas, a reação seletiva diante de determinados acontecimentos reforça a percepção de que a indignação, muitas vezes, depende de quem está no centro da notícia. Já outros argumentam que é preciso aguardar mais informações antes de tirar conclusões precipitadas.


Enquanto o debate continua, uma pergunta segue dominando as redes: quando o caso envolve adversários políticos, as manifestações costumam ser imediatas. Mas quando a notícia atinge aliados, por que o silêncio parece falar tão alto?

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Olha mais uma do pai dos pobres dos outros países...

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou uma contribuição de US$ 5 milhões, o equivalente a cerca de R$ 27 milhões, ao Fundo Especial de Desenvolvimento do Banco de Desenvolvimento do Caribe durante a Cúpula Brasil-Caribe.


A medida tem como objetivo apoiar projetos de desenvolvimento e cooperação entre os países caribenhos. O anúncio, porém, gerou críticas nas redes sociais e reacendeu discussões sobre as prioridades do gasto público brasileiro.


Internautas passaram a comparar a contribuição internacional com denúncias de insegurança alimentar registradas em comunidades indígenas do Brasil, onde, em determinados momentos, famílias e crianças enfrentaram situações de extrema vulnerabilidade e escassez de alimentos.


Críticos do governo afirmam que os recursos públicos deveriam ser direcionados prioritariamente para enfrentar problemas sociais internos. Já defensores da iniciativa argumentam que a cooperação internacional faz parte da política externa brasileira e não impede a manutenção de programas sociais no país.

terça-feira, 16 de junho de 2026

QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA POR NEGLIGÊNCIA

 


QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA PELA NEGLIGÊNCIA


Há despedidas que não começam no instante da morte. Muitas vezes, elas começam antes, no momento em que alguém deixa de exercer plenamente a responsabilidade que assumiu sobre a segurança e o bem-estar de outra pessoa.


Quando uma jovem de apenas 21 anos tem sua jornada mortal interrompida de forma repentina, a dor daqueles que a amam parece impossível de medir. Surgem lágrimas, perguntas e um desejo profundo de compreender aquilo que, aos olhos humanos, parece incompreensível.


A doutrina de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que a vida terrena é uma etapa sagrada do Plano de Salvação. Antes de nascermos, vivíamos como filhos espirituais de Deus. Viemos à Terra para aprender, crescer, exercer nosso arbítrio e adquirir experiências que nos preparassem para a eternidade.


Nem tudo o que acontece durante a mortalidade é desejado por Deus. Vivemos em um mundo onde o livre-arbítrio permite escolhas sábias, mas também escolhas imprudentes. Acidentes, erros, negligências e tragédias frequentemente são consequências da condição mortal e das decisões humanas.


Por isso, quando uma atividade de risco é conduzida sem os cuidados necessários, não estamos diante apenas de uma falha técnica ou administrativa. Existe uma responsabilidade moral envolvida. Quem assume a tarefa de proteger vidas recebe também o dever sagrado de agir com prudência, preparo e respeito pela segurança daqueles que lhe foram confiados.


A confiança é uma dádiva preciosa. Quando alguém entrega sua segurança nas mãos de outra pessoa, espera que essa responsabilidade seja honrada. Aventura não deve significar imprudência. Coragem não deve ser confundida com descuido. Fé não substitui planejamento, treinamento ou prevenção.


Ao mesmo tempo, o evangelho de Jesus Cristo oferece consolo aos que sofrem. A morte não representa o fim da existência. Graças à Expiação e à Ressurreição de Jesus Cristo, os laços familiares podem continuar além desta vida, e aqueles que partem permanecem vivos em espírito, aguardando a gloriosa ressurreição prometida por Deus.


Isso não elimina a tristeza. O próprio Salvador chorou diante da morte de um amigo. O luto é uma expressão natural do amor. Entretanto, a esperança cristã permite que a dor caminhe ao lado da certeza de que Deus conhece cada coração ferido e não abandona Seus filhos em seus momentos mais difíceis.


Tragédias também nos convidam à reflexão. Elas nos lembram que nossas escolhas afetam outras vidas. Cada decisão tomada com negligência pode gerar consequências que alcançam famílias inteiras. Cada ato de responsabilidade, por outro lado, pode preservar sonhos, futuros e relacionamentos.


Talvez uma das maiores lições seja esta: a vida é um dom divino. Não foi concedida para ser tratada com descaso, excesso de confiança ou impulsividade irresponsável. O Senhor espera que sejamos prudentes administradores dos dons e das oportunidades que recebemos.


Quando uma existência é interrompida pela negligência, não há apenas uma família enlutada. Há consciências sendo chamadas ao arrependimento, ao amadurecimento e à compreensão de que a confiança depositada em nós é algo sagrado. E, mesmo em meio às perguntas sem resposta, permanece a certeza de que Deus é justo, misericordioso e capaz de transformar dor em aprendizado, perdas em crescimento e lágrimas em esperança.

Venha nos conhecer numa capela da Igreja de Jesus Cristo mais perto de você 🫵!

Abilio Machado

Ala Campo Largo 

Rua Francisco Azevedo de Macedo 780

Vila Solene - Campo Largo - Paraná 

segunda-feira, 15 de junho de 2026

PARABÉNS LULA…PARABÉNS PETISTAS….👏👏👏Governo Lula bloqueia recursos de programas sociais; internautas reagem: “faz o L”

 PARABÉNS LULA…PARABÉNS PETISTAS….👏👏👏Governo Lula bloqueia recursos de programas sociais; internautas reagem: “faz o L”



O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o bloqueio de R$ 23,7 bilhões do Orçamento, medida que atingiu programas sociais e áreas consideradas prioritárias pela administração federal. Entre os programas afetados estão o Minha Casa, Minha Vida e o Pé-de-Meia, além de recursos destinados à estruturação de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e ao custeio da Receita Federal.


Segundo o governo, a medida foi adotada para cumprir as regras fiscais e conter o avanço das despesas obrigatórias. O bloqueio faz parte do esforço da equipe econômica para manter as contas públicas dentro das metas estabelecidas.


Entre os programas atingidos, o Minha Casa, Minha Vida teve parte dos recursos congelados, enquanto o Pé-de-Meia, voltado a estudantes do ensino médio da rede pública, também sofreu bloqueios orçamentários.


A decisão gerou forte repercussão nas redes sociais. Críticos do governo afirmaram que os cortes atingem áreas sensíveis da população, enquanto apoiadores argumentaram que a medida é necessária para garantir o equilíbrio fiscal. Entre os comentários mais compartilhados por opositores apareceu a expressão “faz o L”, utilizada de forma irônica para criticar a gestão federal.

Quem sequestrou o pensamento crítico do brasileiro?



Antes que alguém comece a gritar "democracia em risco", "fascismo" ou qualquer outro bordão pronto para consumo, vale uma pergunta simples: quem sequestrou o pensamento crítico do brasileiro?


A professora Paula Marisa lançou uma provocação que incomoda muita gente. Segundo ela, o maior estrago causado ao Brasil não estaria nos escândalos de corrupção que dominaram manchetes por décadas, mas em algo muito mais profundo: a disputa pelo controle das mentes dentro das salas de aula.


E aqui começa o problema.


Porque dinheiro roubado pode até voltar aos cofres públicos. Uma obra superfaturada pode ser investigada. Um político corrupto pode ser preso. Mas quando uma geração inteira aprende a repetir discursos sem questionar, a conta é muito mais cara.


Durante décadas, a educação brasileira deixou de ser apenas um espaço de transmissão de conhecimento para se transformar em campo de batalha ideológica. Não importa se a bandeira é vermelha, azul, verde ou lilás. O momento em que a sala de aula deixa de ensinar matemática, português, história e ciências para ensinar o aluno o que deve pensar, e não como pensar, a educação já fracassou.


O resultado está diante dos nossos olhos.


Temos jovens que sabem repetir slogans políticos, mas não conseguem interpretar um texto simples. Conseguem decorar palavras sofisticadas sobre justiça social, mas apresentam dificuldades para resolver problemas básicos de lógica. São especialistas em indignação digital e analfabetos funcionais na vida real.


A tragédia não é apenas pedagógica. É cognitiva.


Criou-se uma geração treinada para reagir, não para refletir.


Uma geração que recebe opiniões prontas como quem recebe comida por aplicativo. Basta abrir a embalagem ideológica, consumir e compartilhar.


Questionar virou crime.


Duvidar virou heresia.


Pensar por conta própria virou suspeita.


E quando alguém ousa perguntar "será que é assim mesmo?", imediatamente surge uma patrulha de especialistas autoproclamados para explicar por que a dúvida já é uma forma de preconceito.


O mais curioso é que aqueles que durante décadas denunciaram supostas tentativas de doutrinação hoje parecem bastante confortáveis quando a doutrinação favorece suas próprias convicções.


A liberdade de pensamento, pelo visto, é maravilhosa desde que pense exatamente igual ao grupo.


Paula Marisa toca num ponto que deveria preocupar qualquer pessoa, independentemente do partido que apoia. A educação existe para formar indivíduos capazes de analisar, comparar, discordar e construir conclusões próprias. Quando ela passa a fabricar militantes, perde sua função mais nobre.


O verdadeiro sequestro do cognitivo coletivo não acontece quando um estudante aprende uma ideologia. Acontece quando ele aprende apenas uma.


Não é a existência de ideias que ameaça a educação.


É a ausência do contraditório.


Uma sociedade madura não tem medo de perguntas. Não teme debates. Não precisa silenciar vozes divergentes para sobreviver.


Enquanto continuarmos transformando escolas em trincheiras políticas e professores em cabos eleitorais de qualquer corrente ideológica, continuaremos formando torcidas organizadas em vez de cidadãos.


E talvez esteja aí a maior ironia de todas.


O país que mais fala em consciência crítica parece ser justamente aquele onde cada vez menos pessoas são incentivadas a pensar criticamente.


Por Zéka Netta.

A incrível história do navio superfaturado que nasceu sucata e nunca navegou.

 


A incrível história do navio superfaturado que nasceu sucata e nunca navegou. 


-"Em 7 de maio de 2010, ao lado de Dilma Rousseff e do governador pernambucano Eduardo Campos, o então presidente Luís Inácio Lula da Silva, estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio:


primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. 


A embarcação, com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo, havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.


Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que os transformavam em testemunhas do parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha.


Seria uma festa perfeita se o colosso, batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata, não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos.


Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse. 


E nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.


O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. 


Se permanecesse mais meia hora no mar, o presidente Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio.


Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, o navio — sem sair do lugar — percorreu o país inteiro durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques. 


Foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da super gerente que Lula inventou.


O navio petroleiro João Cândido acabou por aposentar-se sem ter trabalhado um único dia."


Mais um "feito" da esquerda, a favor do Brasil 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 e que o brasileiro esqueceu...

ACENDEU A ERVA, APAGOU A TAPA O PASSEIO

 


ACENDEU A ERVA, APAGOU A TAPA O PASSEIO


Um brasileiro resolveu transformar um estádio americano em extensão da varanda de casa. Acendeu sua erva durante um evento esportivo lotado e descobriu, da forma menos agradável possível, que nem todo país funciona no esquema "depois a gente vê no que dá".


O vídeo da abordagem viralizou nas redes sociais e, como sempre acontece por estas bandas digitais, metade da plateia virou jurista, a outra metade especialista em segurança pública, e alguns ainda encontraram tempo para defender que a culpa era do gramado, do sistema solar ou da posição de Mercúrio.


Segundo relatos, o torcedor ignorou as regras do local e resolveu fazer fumaça onde milhares de pessoas estavam reunidas. O policial, por sua vez, mostrou que nos Estados Unidos certas infrações não costumam ser recebidas com um tapinha nas costas e um "não faça isso de novo, campeão".


A cena gerou uma enxurrada de comentários. Um deles resumiu bem a questão: a diferença entre muitos países não está apenas nas leis escritas, mas na disposição de fazê-las valer.


Isso não significa que toda ação policial esteja acima de críticas. Autoridade sem controle vira abuso. Mas liberdade sem responsabilidade também vira bagunça. O problema é que muita gente parece acreditar que regras existem apenas para os outros.


O episódio escancarou um fenômeno curioso: brasileiros que adoram exigir organização, segurança e respeito às normas quando viajam para o exterior, mas que frequentemente carregam na mala os mesmos hábitos que criticam quando estão em casa.


E aqui cabe uma reflexão ainda mais importante.


Há anos discutimos o uso e abuso de drogas entre adolescentes como se fosse um problema distante, restrito às famílias dos outros. Não é. Jovens observam comportamentos muito mais do que discursos. Aprendem mais com exemplos do que com sermões.


Quando um adulto trata o consumo de substâncias como algo banal, divertido ou sinal de rebeldia admirável, ele está enviando mensagens silenciosas para quem ainda está formando sua visão de mundo.


É justamente sobre isso que fala o e-book "ADOrLESCENTE", do Psicoarteterapeuta e Psicanalista Abilio Machado. A obra não se limita a discutir drogas. Ela aborda as feridas emocionais, os vazios afetivos, a busca por pertencimento e os fatores que podem transformar uma experiência ocasional em dependência, sofrimento e perda de projetos de vida.



Porque o debate nunca foi apenas sobre a erva acesa no estádio.


Sempre foi sobre o que estamos acendendo dentro das novas gerações.


E, convenhamos, algumas fumaças custam muito mais caro do que parecem.

Por Zéka Netta

"Tem gente que atravessa o oceano para conhecer outro país e acaba descobrindo apenas que as regras não fizeram a viagem junto com ele."

domingo, 14 de junho de 2026

Esse é o governo que diz investir na educação?

 


Esse é o governo que diz investir na educação?


Parece piada pronta, mas é a realidade brasileira: o governo que vive discursando sobre a importância da educação resolveu dar uma pequena demonstração prática de seu compromisso... suspendendo os repasses para as universidades federais.


É aquela velha história: na propaganda, a educação é prioridade. No orçamento, ela entra na fila de espera.


Após um contingenciamento de R$ 1,6 bilhão no Ministério da Educação, reitores receberam o recado mais brasileiro possível: "os recursos serão pagos". Quando? Ninguém sabe. Como? Também ninguém sabe. Mas confie. Afinal, planejamento é um luxo que universidade pública aparentemente não merece.

O pior que são 20 anos fazendo isso mas só foi considerado ilegal nos sofríveis 4 anos que Bolsonaro tentou governar sendo chicoteado a todo momento por Morais e suas horas para dar resposta de suas ações como governo. Ao que parece há uma parcialidade protetiva visível.

As instituições agora fazem o que sabem fazer melhor: tentar sobreviver. Empresas terceirizadas aguardam pagamento, fornecedores aguardam pagamento, contratos de manutenção aguardam pagamento. Daqui a pouco só falta os alunos aguardarem a chegada da eletricidade e da água por meio de emenda parlamentar.


O mais curioso é que esta já virou tradição. Pelo terceiro ano consecutivo, as universidades recebem o mesmo tratamento: promessas em janeiro, cortes em maio e esperança em dezembro.


Enquanto isso, os discursos continuam impecáveis. Microfones ligados, slogans atualizados e discursos emocionados sobre o poder transformador da educação. O problema é que laboratórios não funcionam com discursos, bibliotecas não pagam contas com narrativas e universidades não sobrevivem à base de hashtags.


Talvez o novo modelo de gestão seja revolucionário: ensinar matemática sem orçamento, química sem laboratório e administração sem dinheiro. Pelo menos os alunos já estão tendo uma aula prática intensiva sobre como funciona a gestão pública brasileira.


E depois ainda perguntam por que a educação não avança.


A resposta talvez esteja escondida em algum gabinete... aguardando liberação de verba... Afinal é ano de eleição!

 Dias antes das eleições o desgoverno liberará dinheiro para as universidades e professores e estudantes o chamarão de painho e os anos sofridos serão esquecidos pela promessa de que na próxima gestão será melhor... E tal como picanha, blusinhas, combustível, combate a corrupção serão esquecidos em prol de uma ideologia que não assume seus erros, a vergonha em assumir o erro ainda é maior que deixar a educação ebó resto ir a bancarrota.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Que pensar sobre isso ?!

 


A rejeição da primeira proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro continua gerando questionamentos e alimentando debates nas redes sociais. O motivo da polêmica é que, segundo informações divulgadas por veículos de imprensa, a colaboração mencionava mais um contrato milionário envolvendo a esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master, desta vez no valor de R$ 50 milhões.


A decisão da Polícia Federal de não dar prosseguimento à proposta inicial levantou suspeitas entre críticos do governo e do Supremo Tribunal Federal, que passaram a questionar os critérios utilizados para a rejeição. Nas redes sociais, muitos usuários passaram a compartilhar imagens do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, ao lado de Alexandre de Moraes, sugerindo proximidade entre as autoridades.


Defensores da atuação da PF afirmam que a aceitação ou rejeição de uma delação depende de requisitos técnicos e jurídicos, como a qualidade das provas apresentadas e a utilidade das informações para investigações em andamento. Já os críticos argumentam que casos envolvendo figuras influentes do poder público deveriam receber o máximo de transparência possível para evitar dúvidas sobre a imparcialidade das instituições.


A controvérsia ganhou ainda mais força porque o Banco Master já esteve no centro de outras discussões relacionadas a contratos e relações com autoridades públicas. Até o momento, não há decisão judicial que atribua qualquer irregularidade aos contratos mencionados nas reportagens.


Enquanto isso, o episódio segue alimentando o debate político e jurídico sobre transparência, independência institucional e a confiança da população nos órgãos responsáveis por investigar e fiscalizar figuras ligadas aos mais altos níveis do poder brasileiro.

sábado, 6 de junho de 2026

Vergonha dos vermelhos brasileiros

 


A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas provocou forte reação de parlamentares alinhados ao governo Lula. Integrantes da base governista viajaram a Washington para reuniões com autoridades e parlamentares americanos, defendendo que a medida seja revista.


Os críticos da viagem afirmam que a iniciativa transmite uma mensagem equivocada ao mundo, já que as duas facções são responsáveis por crimes violentos, tráfico de drogas, assassinatos e expansão do crime organizado dentro e fora do Brasil. Para opositores, qualquer tentativa de reverter a classificação acaba sendo vista como uma defesa indireta dos interesses das organizações criminosas.


Já os defensores da posição do governo argumentam que o enquadramento como terrorismo pode gerar consequências diplomáticas, econômicas e jurídicas para o país, além de representar uma interferência externa em assuntos de segurança pública brasileira.


A controvérsia ocorre após os Estados Unidos confirmarem que PCC e Comando Vermelho passarão a integrar sua lista de organizações terroristas estrangeiras, medida que amplia sanções e restrições internacionais contra os grupos criminosos.

O BRASIL ESTA CADA VEZ MAIS CONFUSO, MAS A CONFUSÃO E BEM MAIOR AINDA !

  O BRASIL ESTA CADA VEZ MAIS CONFUSO, MAS A CONFUSÃO E BEM MAIOR AINDA ! E vem mais confusão por ai....a luz no fim do tunel parece dize...