Umlevantamento de despesas atribuídas à primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, aponta um impacto já identificado de R$ 117.594.501,73 aos cofres públicos, com base em registros oficiais, reportagens e documentos acessíveis. O próprio levantamento ressalta que o total pode ser maior, já que parte dos gastos ainda não teria sido plenamente localizada ou detalhada.
Entre os itens listados aparecem viagens internacionais, eventos, diárias, hospedagens, equipes de apoio e reformas custeadas direta ou indiretamente com dinheiro do contribuinte. Apenas em ações ligadas ao G20, o levantamento aponta R$ 83,45 milhões. Há ainda R$ 26,8 milhões em reformas e compra de móveis, além de R$ 344 mil associados a um evento com estilistas em Paris, somados a gastos com passagens e diárias em deslocamentos para destinos como Paris, Roma, Catar e viagens relacionadas às Olimpíadas.
O material também menciona uma equipe de apoio com custo estimado em R$ 160 mil por mês, além de R$ 216,8 mil em hospedagem considerada de luxo em Brasília. Na prática, a conta reforça uma crítica recorrente. Enquanto o brasileiro lida com aperto no orçamento e serviços públicos que não acompanham a carga tributária, o núcleo do poder mantém um padrão de gasto distante de qualquer discurso de austeridade.
Mais do que a cifra, o que chama atenção é o contraste e a falta de clareza. Em um país onde cada centavo do cidadão já nasce comprometido com impostos, despesas dessa magnitude exigem transparência total, detalhamento e justificativas objetivas, não narrativas políticas. Se o governo cobra sacrifícios da população, o mínimo é que a vitrine do Planalto dê o exemplo.
Ah e vai ter um monte de gente defendendo, sabe por que? Porque se estivessem no lugar fariam o mesmo. Pois não cabeça doentia ela conseguiu "chegar lá"... Não importa-lhes o como ou sobre quem... Apenas pode !

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