terça-feira, 30 de setembro de 2025

Barroso: O Zumbi da Suprema Corte 🧟

 


🤡  PERDEU MANÉ!  🤡

Barroso: O Zumbi da Suprema Corte 🧟


Artigo fundamental publicado pela Gazeta do Povo acaba de retratar com perfeição o ocaso do nosso iluminista tupiniquim — o pavão-mor recivilizador.


No livro Sem ‘data venia’: um olhar sobre o Brasil e o mundo, Luís Roberto Barroso dedica um capítulo inteiro à sua devota relação com os EUA. Sem constrangimento, louva os méritos da economia liberal americana — ao mesmo tempo em que revela, com orgulho, ter votado em Brizola e Lula em 1989, indo à embaixada brasileira em Washington. O mesmo Brizola que, segundo ele, o fez deixar a procuradoria no Rio porque “a grana ficou apertada” no segundo mandato do governador socialista.


Foi intercambista aos 15 anos no Meio-Oeste americano. Estudou em Yale. Trabalhou no escritório Arnold & Porter. Foi Visiting Scholar em Harvard. “Ia em janeiro, em julho e nos feriados prolongados para estudar e escrever”, conta. E confessa: “Me apaixonei por Cambridge… fiz do lugar meu refúgio acadêmico, onde me escondo para escrever e estudar” — já como ministro do STF.


Com toda pompa, gaba-se: “Hoje, tenho uma posição na Harvard Kennedy School, como Senior Fellow. Dou palestras para professores, alunos e para o board do Carr Center for Human Rights Policy.” E arremata: “Volto a Yale uma vez por ano para um encontro de juízes de supremas cortes.”


Mas o que o livro não diz, jornalistas apuraram: Barroso tem parte relevante de seu patrimônio investido em empresas americanas, possui imóveis nos EUA, e seu filho vive lá, atuando numa instituição financeira.


Até sua frase mais emblemática — o lacônico e autoritário “Perdeu, mané” — foi dita em solo americano, a caminho de um evento do Grupo LIDE, em Nova York. A vida de Barroso era meio lá, meio cá. Se o Brasil era sua casa funcional, os EUA eram seu templo. O altar onde celebrava a deusa da razão. Onde professava sua fé iluminista. O Éden dos valores liberais. O solo sagrado de sua identidade pública.


Mas o templo o expulsou.


Quando teve seu visto cancelado por ordem direta do Secretário de Estado dos EUA, Barroso tremeu. Não se noticiou oficialmente, mas é fácil imaginar o impacto: anos de esbulho constitucional passaram-lhe pela memória como um filme cruel. As pupilas se dilataram. Escamas de ilusões se romperam e caíram de seus olhos togados. A máscara ressequida do civilismo iluminado se desfez.


Ao senso comum, os atos do 8 de Janeiro soam hoje como vandalismo isolado: sem comando, sem armas, sem vítimas, num domingo, em pleno recesso. Mas a Barroso — mestre da ponderação — talvez tenha vindo a epifania: chamar aquilo de “tentativa de golpe” e condenar milhares para destruir um inimigo político foi um exagero que agora cobra seu preço.


Ao saber do cancelamento do visto, febril, sua parcialidade transbordava pelos poros como suor acre — a bile dos juízes facciosos. Evitou o assunto. Mas os sinais estavam lá: olheiras profundas, voz fraca, cenho encovado, altivez reduzida à postura cabisbaixa. Barroso se transfigurou.


Agora, diante das declarações de que poderá ser sancionado sob o Global Magnitsky Act, acusado de ser violador contumaz de direitos humanos, resta-lhe morrer em vida. Tornar-se o primeiro zumbi da Suprema Corte. Uma minoria, enfim, sem representatividade.


O pavão que se acreditava um Thomas Jefferson dos trópicos vive agora seu choque de realidade. Não será lembrado como herói civilizatório, mas como violador de direitos humanos terceiro-mundista, lançado à vala comum dos juízes bolivarianos e dos tiranetes africanos. Que venha logo a Magnitsky sobre ele.


Não há pena para quem, deliberadamente, destruiu a vida de centenas de inocentes. A nódoa de violador de direitos humanos é indelével. Aquele que antes se deleitava com a bajulação, ao experimentar o desprezo dos mesmos ambientes que o adulavam, conhecerá a dor mais aguda. E essa queda — pública, simbólica, inexorável — o conduzirá à mais escura das depressões.


Está consumado:

Perdeu, Mané. 🤡

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