A Era Fachin e o Espelho da Hipocrisia
Por Zéka Netta
Zeka Netta aponta o curioso fenômeno da política brasileira: quando Vera Lúcia fala em ditadura, parece esquecer que muitas vezes repete os mesmos vícios autoritários que diz combater. É como criticar o veneno enquanto bebe do próprio cálice.
E então surge Fachin, com a frase de impacto: “o STF luta pela minoria”. Bonito para o Twitter, digno de aplausos em auditório, mas na prática soa como piada de mau gosto. Afinal, quando a caneta cai sobre a mesa, quem mais sofre são justamente as minorias que ele finge proteger.
A era Fachin não começou com um ato, mas com um espetáculo: um tribunal que gosta mais de discurso que de coerência. Um palco em que se condena em voz alta aquilo que, nos bastidores, se pratica em silêncio. A hipocrisia veste toga, mas continua sendo hipocrisia.
No fundo, é sempre o mesmo jogo de espelhos: acusar o outro do próprio reflexo, acreditar que palavras podem apagar contradições. Só que, na vida real, o público já está cansado dessa encenação.
E falando em encenação: Falemos do monstro às costas, afinal Moraes é seu vice, ou seja quem realmente presidirá o STF, fica engasgado, pois parece que o nosso odiado carecacio foi estrategicamente colocado como sussurro fantasmagórico, uma entrelinhas vedada: vai ganhar o salário aumentado de presidente, mas em nenhum momento pense que vai comandar a bagaça toda.
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