AS DUAS PULGAS DO FIM DE SEMANA.
Zéka Netta hoje acordou com duas pulgas atrás da orelha e uma capivara no coração.
De um lado, o medo fabricado de Maduro, o Napoleão do Caribe, cuja tropa mal consegue gasolina pra atravessar a esquina, mas que aqui é pintado como ameaça continental. Na prática, é só mais um espantalho político: serve pra meter medo no povo, desviar assunto e fingir que temos um inimigo externo. O homem que deixa o povo na miséria mas acumula bens em mais de 700 milhões de dólares. Quem viu o pavor na sua cara ao escutar o barulho enquanto seu discurso populista na sua demonstração de poder com material bélico vencido.
Do outro lado, surge o nosso astro de série B, Alexandre Padilha, ensaiando o inglês de aplicativo pra tentar convencer os gringos de que o Brasil é confiável. Spoiler: o Tio Sam já sacou que a viagem não passa de um “passaporte carimbado” pra outlet e selfie em frente à Casa Branca. Diplomacia? Só se for a diplomacia da malandragem, o famoso “me empresta a chave que eu devolvo depois”, quer licença para ir ao EUA até a ONU para falar mal do próprio EUA: afronta, burrice ou muito ego?
Enquanto isso, a república capivariana segue firme na sua sina: exportando caô, importando vergonha alheia, e sempre com aquele jeitinho manso de quem mastiga capim mas sonha em governar o planeta.
E lá vou eu, Zéka Netta, anotar no meu caderninho: medo de ditador que não assusta nem pernilongo e ministro que acha que os EUA são um parque temático. É ou não é a cara da nossa política de jabutis?
Sem esquecer da visita do Junior Soros à esquerda brasileira...
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