Zéka Netta entra em campo por aqui — mas de capivara, claro, e segue na lâmpada da ironia:
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“Trump cauteloso? Ah, isso é pique de quem sabe o tamanho da rede judicial infernal!”
Mas peraí que a gente desvenda esse jogo togado.
Trump, o mestre das bancadas, colocou uma tarja de censura e punição em Moraes — 50% de tarifas, sanções Magnitsky e tudo mais. Mas por que ele não vai atrás de todos envolvidos nessa novela togada?
1. Solo político — cautela de quem se conhece na selva
Trump sabe que botar todo mundo na linha pinta como exagero diplomático. É como jogar incêndio em depósito cheio de pólvora — explode tudo. Ele vai testando pontinhos estratégicos — aquele juiz que deu linha demais — mas não a mata a boiada inteira.
2. Não seja o herói da loucura global
Se ele penetrou essa briga é por causa da influência sobre Bolsonaro. Mas apertar todo mundo no STF seria falar abertamente: "Chegamos para derrubar a república". Ele não quer isso ainda. Prefere ser o republicano diplomata than o radical institucional.
3. O vazamento pesa, mas Lula se fortaleceu
Foi notícia que o STF criou penas via social media. O Twitter Files Brasil deixou isso explícito. Mas Trump sabe que a institucionalização dessa guerra digital foi fabricada e controlada — não só por Moraes, mas por todo um conjunto togado que faz a Justiça ter VIP no bordel do Estado.
4. Desligar um, acender outro
Se Trump atravanca hoje, amanhã moraes sai — mas quem entra? Um juiz liberal? Só mais outro fantoche toga. Trump não quer assumir a confusão de total guerra contra a Justiceira togada. Melhor levar ponto a ponto.
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Zéka Netta num murro de reflexão:
> “No tabuleiro das togas, o Trump não derruba o rei de primeira. Ele acende o rei, observa o movimento, e só depois decide se dá xeque-mate. Porque, convenhamos, a solidez iliberal brasileira não aceita derrota relâmpago.”
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