sábado, 2 de agosto de 2025

⚖️STF Rachado? Ou Só Estratégia de Ilusionismo Jurídico? - Capivara News- Zéka Netta

 




⚖️STF Rachado? Ou Só Estratégia de Ilusionismo Jurídico?


Por Zéka Netta – Direto da República Capivarada, onde rachadura no Supremo é só encenação de novela institucional


Parece que o STF rachou. Ou melhor, parece que querem que pareça que rachou. Entre ministros em silêncio sepulcral e outros soltando pequenas notas “reservadas” à imprensa amiga, surgiu a fofoca gourmet da vez: Alexandre de Moraes estaria começando a perder apoio entre seus pares na Suprema Corte.


Mas, calma lá, querido leitor: antes de comemorar, vamos lembrar que nesse país, até rachadura é controlada. A narrativa pode ser de fratura, mas o concreto continua armado.


A alternância de visibilidade: o velho truque de cortina


Não se engane com o barulho. Isso tem mais cara de manobra de bastidor do que de crise institucional real. O Supremo já nos ensinou — com esmero e petulância — a arte da alternância de exposição. Quando Moraes vira vidraça internacional, especialmente com a aplicação da Lei Magnitsky e o cancelamento do seu visto pelos EUA, o resto da corte recua estrategicamente, deixa-o exposto por um tempo... e depois volta com tapete, pompa e blindagem institucional em nome da “democracia ameaçada”.


É um jogo antigo: cria-se a sensação de divisão, passa-se um verniz de autocorreção e depois tudo volta ao script — só que mais legitimado.


O Congresso como bode na sala


E o Congresso Nacional, aquele velho amigo da omissão estratégica, também resolveu brincar de resistência. Circula nos corredores de Brasília o desejo de peticionar contra a aplicação irrestrita da Lei Magnitsky, especialmente no que toca aos bancos obedecerem sanções internacionais contra autoridades brasileiras.


Tradução? Querem garantir que, mesmo sancionado internacionalmente, o “intocável da vez” continue podendo usar cartão, ter conta, movimentar grana e viajar (em jatinhos privados, claro). Tudo em nome da “soberania nacional”. Ou seja, estão tentando empurrar para o Legislativo a missão de proteger quem, no fundo, já virou embaraço diplomático.


A real rachadura é na imagem institucional


O que está rachado mesmo não é o STF por dentro — é a paciência do povo aqui fora, e a credibilidade da Corte no exterior. Instituições internacionais observam, ONGs independentes denunciam, e o cidadão comum cada vez mais percebe que a democracia virou uma peça teatral, onde os juízes escrevem, dirigem, atuam e ainda querem ser aplaudidos.


A cortina pode cair, mas o enredo é velho demais.


Considerações (com ironia)


Se o Supremo quer demonstrar lucidez, o caminho não é fingir divisão temporária — é abrir mão de suas vaidades absolutistas e restabelecer os limites entre julgar e governar. Mas esperar isso de quem se blindou com toga, verbas ilimitadas e um ego do tamanho da floresta que desmatam em silêncio... é como pedir pra capivara voar.



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Zéka Netta

Repórter infiltrado na República Capivarada, especialista em decifrar silêncio institucional e ironizar discursos que ninguém mais leva a sério (mas finge que sim).




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