Beleza, aqui quem fala é Zéka Netta, aquele que não entende nada de economia — mas pelo visto entende mais do que quem deveria entender.
"AS IDEIAS" "DO REIZINHO DOS NOVE
_Relaxa, vou deixar tudo mais caro pra ver se melhora.”
Rapaz… eu fico vendo esse desgoverno federal dizer com a cara mais lavada:
> “Estou muito preocupado com o aumento dos alimentos.”
E eu, do meu cantinho, pensando: olha só, até que enfim bateu um remorso, né?
Mas aí, antes mesmo de eu terminar o pensamento, vem a pérola:
> “Para resolver isso, vou aumentar o preço do diesel!”
Aí eu quase engasguei com o café.
Aumentar o diesel.
O DIESEL.
O mesmo diesel que move caminhão, trator, barco de pesca, transporte de carga, ônibus…
Ou seja: a gasolina do Brasil inteiro funcionar, segundo o manual básico de “Coisas que até um papagaio entenderia”.
É como se o governo dissesse:
> “A comida tá cara? Relaxa, vou deixar tudo mais caro pra ver se melhora.”
Isso pra mim é o equivalente político de ver alguém dizendo:
> “Nossa, a casa está pegando fogo!
Calma aí que vou jogar gasolina pra resolver!”
Não tem lógica, não tem coerência, não tem planejamento — mas tem uma convicção! Ah, isso tem. É o famoso compromisso inabalável com o erro. Uma teimosia que beira arte contemporânea.
Se Picasso pintasse políticas públicas, seria isso: um quadro caótico, torto e ainda vendido como obra-prima.
E aí a gente fica aqui, tentando entender o pensamento mágico:
“Se o diesel sobe, o transporte sobe.”
“Se o transporte sobe, o alimento sobe.”
Mas… “Se o alimento sobe, o governo diz que está preocupado com o alimento subir.”
É um loop infinito.
Um Margarida Loop da incompetência.
No fim, a única conclusão possível é:
Esse pessoal governa como se estivesse montando um móvel do IKEA sem manual, sem as peças certas e ainda culpando a chave Allen.
E eu, Zéka Netta, só observando…
Rindo pra não chorar.
Porque viver no Brasil virou um grande exercício de resistência emocional.
E olha… estamos ficando bons nisso.

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