A Engenharia Social que Desmonta o Que Resta
Eu, Zéka Netta, o capivara que ainda lembra quando família era pai, mãe e filhos correndo no quintal de Campo Largo, olho pros lados em março de 2026 e vejo o Brasil virando laboratório de engenharia social da esquerda progressista. Eles chamam de "avanços", "inclusão" e "diversidade". Eu chamo de demolição controlada: família tradicional no chão, igreja católica na mira, identidade dissolvida em siglas infinitas. E o pior? Está funcionando.
Começa pela família. O IBGE não mente: taxa de fecundidade caiu pra 1,55 filho por mulher no Censo 2022 (divulgado em junho de 2025, Agência Brasil, G1, Folha, Exame, todos ecoaram). Menor da história. Em 1960 eram 6,28; agora, abaixo do 2,1 necessário pra repor a população. Nascimentos em 2024 despencaram 5,8% (maior queda em décadas, IBGE Registro Civil, dezembro 2025). Mulheres adiando pra 28 anos, mais sem filhos (16,1% das 50-59 anos), casais sem filhos virando norma. Enquanto isso, o discurso progressista ridiculariza a "família tradicional" como opressora, patriarcal, fascista (olha os desfiles de carnaval 2026 ironizando bolsonarismo, Folha e Instagram viralizaram). Políticas? Zero incentivo real à natalidade: creches insuficientes, sobrecarga materna, impostos que punem quem tem filhos. Em vez disso, "famílias diversas" no discurso, cotas identitárias na prática. Resultado: sociedade envelhecendo sem reposição, previdência implodindo, e o Estado vira o novo "pai" de todos — dependente, fraco, controlável.
A igreja? Ah, a Igreja Católica, que ainda prega família, vida desde a concepção, gênero binário criado por Deus. Virou alvo preferido. Frei Gilson, com milhões de seguidores, é chamado de "fascista" pela esquerda por defender valores tradicionais (Gazeta do Povo, BBC, Metrópoles, março 2025 — ataques viraram rotina). Pregações contra comunismo, contra ideologia de gênero nas escolas, e pronto: cancelamento imediato. Enquanto isso, pautas progressistas (aborto irrestrito, educação sexual fluida desde a infância) ganham espaço em cartilhas oficiais e ONGs financiadas. A fé vira "atraso", o padre conservador vira ameaça. Ironia: a esquerda que fala em "tolerância" tolera tudo menos quem diz "não" à agenda.
E a identidade? Essa é a joia da coroa da engenharia. Linguagem neutra (elu, todes, linde) imposta em escolas, empresas, leis — raiz no pajubá das travestis de rua, mas agora top-down, reescrevendo gramática pra diluir "homem" e "mulher". Cotas trans em Medicina com notas baixas (UFSC, UERJ 2026, polêmicas na Gazeta do Povo), comissões de direitos da mulher presididas por trans (Erika Hilton, 11/03/2026). Identidade vira fluida, biologia vira "opressão". O que sobra? Gente sem raiz: sem pai/mãe definido, sem gênero fixo, sem fé ancestral. Perfeito pra controle: indivíduos atomizados, dependentes do Estado e da narrativa oficial.
Aqui em Balsa Nova, o mato ainda cresce, mas as crianças diminuem. As igrejas lotam menos aos domingos. As famílias se desfazem em divórcios rápidos e solidão digital. A esquerda progressista aplaude: "progresso!". Eu vejo suicídio coletivo. Estamos sendo reengenheirados pra não existir mais como nação coesa, com família forte, igreja viva e identidade clara.
Parabéns, engenheiros sociais. Vocês conseguiram matar o que nos sustentava — sem uma bala, só com discurso, lei e ridicularização.
Zéka Netta
O Capivara News
Campo Largo, Paraná — onde a capivara ainda nasce de mãe e pai capivara, e não de declaração identitária.

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