sábado, 28 de março de 2026

PARABÉNS PETISTAS VCS SÃO O ORGULHO DA NAÇÃO….👏👏👏👏



 PARABÉNS PETISTAS VCS SÃO O ORGULHO DA NAÇÃO….👏👏👏👏

Janja Lula da Silva ligou para a senadora Soraya Thronicke, relatora do projeto de lei que criminaliza a misoginia, para tratar da aprovação da proposta na Câmara dos Deputados.

Em vídeo publicado nas redes sociais na sexta-feira (27), Janja cobrou celeridade dos deputados: "Nós, mulheres, precisamos que esse projeto seja rapidamente aprovado na Câmara e sancionado pelo presidente da República. Ele é um instrumento importante de proteção à vida das mulheres."

O Senado aprovou o projeto por unanimidade. O texto define a misoginia como crime equivalente ao racismo — inafiançável e imprescritível. As penas previstas são de 2 anos para injúria, 1 ano para discriminação, e até 5 anos para injúria derivada de misoginia.


O movimento da primeira-dama não passou sem críticas. Janja é frequentemente alvo de questionamentos sobre seus gastos com viagens internacionais custeadas com dinheiro público, investigados pelo TCU. Internautas alertam que, dependendo da interpretação da nova lei, criticar a primeira-dama pelo simples fato de ser mulher pode enquadrar o usuário em crime de misoginia.

O detalhe que Janja não mencionou: seu próprio marido acumula declarações consideradas misóginas de "mulherzinha" a "mulher de grelo duro".

Desativação rápida...cantinho da gazela


Quando surgiu a inauguração em meio a comoção sobre o cão maltratado em praia de Sta Catarina eu falei que era uma ação para que o vissem e não uma solução, nem como falei de outras ações,inclusive na minha rua... É colocar ração e água na rua para os animais mas não o recolherem para o lar, não os acolherem do falei também das prefeituras que não os recolhem em abrigos, que não multam os tutores que os jogam as ruas...

Mas quanto Randolfe, nossa eterna gazela da lista do mensalão...

 Depois de repercutir negativamente em todo o país, com críticas e memes nas redes sociais, o comedouro de PVC divulgado pelo senador Randolfe Rodrigues foi desativado em Santana.


O que foi apresentado como ação relevante rapidamente se mostrou um projeto sem planejamento: em poucos dias, os espaços já estavam sujos, sem manutenção, com ração estragada e sem qualquer utilidade.


A desativação, após a repercussão negativa, só reforça a sensação de que a preocupação não era resolver o problema, mas gerar visibilidade. Para um senador da República, transformar algo tão básico em “grande entrega”, e depois recuar diante da pressão, expõe uma atuação distante do que a população realmente espera.

Por Que os Iranianos Estão Comemorando os Ataques aéreos e o Fim de uma Era de Medo

 


A Queda das Máscaras em Teerã: Por Que os Iranianos Estão Comemorando os Ataques aéreos e o Fim de uma Era de Medo

Imagine viver sob um regime que sequestrou o seu futuro por quase cinco décadas e, de repente, ver as bombas que caem do céu como uma mensagem de libertação. O que está acontecendo no Irã neste exato momento desafia toda a lógica que a mídia tradicional tenta nos vender. Enquanto os mísseis cruzam o horizonte, o povo iraniano não está correndo para os abrigos em pânico contra o "inimigo externo". Pelo contrário, eles estão saindo às ruas para distribuir doces e celebrar. A morte de figuras centrais do regime, como Ali Larijani, não foi recebida com luto nacional, mas com fogos de artifício e gritos de alegria. Este é o relato mais chocante de uma nação que prefere o risco da guerra à certeza da escravidão sob o sistema islâmico. A resiliência desse povo atingiu um ponto de ruptura onde o medo da morte foi substituído por uma sede insaciável de liberdade. O Festival do Fogo, uma tradição ancestral, tornou-se o campo de batalha para uma nova revolução onde o regime, agora um corpo sem cabeça, sangra diante dos olhos do mundo. Eles não veem as forças estrangeiras como invasoras, mas como parceiros poderosos que finalmente decidiram enfrentar o coração da tirania. O colapso moral das forças de segurança é visível e a desorganização toma conta de Teerã. O mundo precisa entender que o que estamos testemunhando não é apenas um conflito geopolítico, mas o grito desesperado e esperançoso de milhões que decidiram que não viverão mais nem um único dia sob o jugo dos opressores. A estrutura de poder que parecia invencível está desmoronando como um castelo de cartas e o sinal final para o levante nacional está mais próximo do que nunca. É uma virada histórica que ninguém previu com tanta clareza: a libertação pode estar vindo justamente daqueles que o regime sempre chamou de grandes vilões. Prepare-se para descobrir a verdade nua e crua sobre o que os iranianos realmente pensam desta guerra e como eles estão usando o caos para retomar o controle de seu destino. A história está sendo escrita com sangue e pólvora, mas o resultado final promete mudar a face do Oriente Médio para sempre. Você está pronto para ver o que realmente acontece quando um povo perde o medo? A resposta vai te deixar sem fôlego e mudar completamente sua visão sobre os eventos atuais. Acompanhe os detalhes desta transformação épica e entenda por que o regime de Teerã nunca esteve tão perto do abismo total. O destino de uma nação inteira está em jogo e o tempo está acabando para os tiranos que pensaram que poderiam governar pelo terror eternamente. A luz da liberdade está brilhando através da fumaça das explosões e o povo iraniano está pronto para o confronto final. Não perca nenhum detalhe desta jornada heroica de um povo que escolheu a vida sobre a submissão. Acompanhe a cobertura completa abaixo.

A história completa está nos comentários abaixo 👇

sexta-feira, 13 de março de 2026

A Engenharia Social que Desmonta o Que Resta



A Engenharia Social que Desmonta o Que Resta

Eu, Zéka Netta, o capivara que ainda lembra quando família era pai, mãe e filhos correndo no quintal de Campo Largo, olho pros lados em março de 2026 e vejo o Brasil virando laboratório de engenharia social da esquerda progressista. Eles chamam de "avanços", "inclusão" e "diversidade". Eu chamo de demolição controlada: família tradicional no chão, igreja católica na mira, identidade dissolvida em siglas infinitas. E o pior? Está funcionando.

Começa pela família. O IBGE não mente: taxa de fecundidade caiu pra 1,55 filho por mulher no Censo 2022 (divulgado em junho de 2025, Agência Brasil, G1, Folha, Exame, todos ecoaram). Menor da história. Em 1960 eram 6,28; agora, abaixo do 2,1 necessário pra repor a população. Nascimentos em 2024 despencaram 5,8% (maior queda em décadas, IBGE Registro Civil, dezembro 2025). Mulheres adiando pra 28 anos, mais sem filhos (16,1% das 50-59 anos), casais sem filhos virando norma. Enquanto isso, o discurso progressista ridiculariza a "família tradicional" como opressora, patriarcal, fascista (olha os desfiles de carnaval 2026 ironizando bolsonarismo, Folha e Instagram viralizaram). Políticas? Zero incentivo real à natalidade: creches insuficientes, sobrecarga materna, impostos que punem quem tem filhos. Em vez disso, "famílias diversas" no discurso, cotas identitárias na prática. Resultado: sociedade envelhecendo sem reposição, previdência implodindo, e o Estado vira o novo "pai" de todos — dependente, fraco, controlável.

A igreja? Ah, a Igreja Católica, que ainda prega família, vida desde a concepção, gênero binário criado por Deus. Virou alvo preferido. Frei Gilson, com milhões de seguidores, é chamado de "fascista" pela esquerda por defender valores tradicionais (Gazeta do Povo, BBC, Metrópoles, março 2025 — ataques viraram rotina). Pregações contra comunismo, contra ideologia de gênero nas escolas, e pronto: cancelamento imediato. Enquanto isso, pautas progressistas (aborto irrestrito, educação sexual fluida desde a infância) ganham espaço em cartilhas oficiais e ONGs financiadas. A fé vira "atraso", o padre conservador vira ameaça. Ironia: a esquerda que fala em "tolerância" tolera tudo menos quem diz "não" à agenda.

E a identidade? Essa é a joia da coroa da engenharia. Linguagem neutra (elu, todes, linde) imposta em escolas, empresas, leis — raiz no pajubá das travestis de rua, mas agora top-down, reescrevendo gramática pra diluir "homem" e "mulher". Cotas trans em Medicina com notas baixas (UFSC, UERJ 2026, polêmicas na Gazeta do Povo), comissões de direitos da mulher presididas por trans (Erika Hilton, 11/03/2026). Identidade vira fluida, biologia vira "opressão". O que sobra? Gente sem raiz: sem pai/mãe definido, sem gênero fixo, sem fé ancestral. Perfeito pra controle: indivíduos atomizados, dependentes do Estado e da narrativa oficial.

Aqui em Balsa Nova, o mato ainda cresce, mas as crianças diminuem. As igrejas lotam menos aos domingos. As famílias se desfazem em divórcios rápidos e solidão digital. A esquerda progressista aplaude: "progresso!". Eu vejo suicídio coletivo. Estamos sendo reengenheirados pra não existir mais como nação coesa, com família forte, igreja viva e identidade clara.

Parabéns, engenheiros sociais. Vocês conseguiram matar o que nos sustentava — sem uma bala, só com discurso, lei e ridicularização.

Zéka Netta

O Capivara News

Campo Largo, Paraná — onde a capivara ainda nasce de mãe e pai capivara, e não de declaração identitária.

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