quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

PROIBIÇÃO DE VOTO PARA PRESOS🚨



 PROIBIÇÃO DE VOTO PARA PRESOS🚨


Na noite de ontem terça-feira(24), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o chamado Projeto de Lei Antifacção, proposta que endurece as punições para integrantes de organizações criminosas e milícias.


Durante a votação, os deputados Marcel van Hattem e Messias Donato apresentaram uma emenda que modifica o Código Eleitoral. A proposta prevê a suspensão do direito ao voto para pessoas privadas de liberdade, incluindo aquelas que se encontram em prisão provisória.


O tema gerou debate entre os parlamentares. Para os defensores da medida, é necessário reavaliar regras que, segundo eles, mantêm direitos políticos de quem está cumprindo decisão judicial. Já outros setores entendem que a questão envolve garantias constitucionais e precisa de análise mais aprofundada.


A proposta segue agora para as próximas etapas de tramitação.


E você, concorda ou discorda? Deixe sua opinião nos comentários.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Há algo profundamente confuso acontecendo no nosso tempo.🙃


Há algo acontecendo no mundo...

 



algo profundamente confuso acontecendo no nosso tempo.🙃


Vemos um caso em Minas Gerais em que um relacionamento entre um homem adulto e uma menina de apenas 12 anos passa a ser discutido sob a ótica de “configuração familiar”, enquanto, em outro cenário, um juiz se incomoda com um advogado porque em suas mãos está um terço, e pede que o retire porque o crucifixo balança e causa incômodo.


Percebe a inversão?


Aquilo que deveria causar escândalo moral é relativizado. Aquilo que deveria ser natural na liberdade religiosa passa a ser visto como problema.


Não se trata de impor fé a ninguém. Trata-se de perceber que chegamos a um ponto em que a consciência moral já não reage com clareza ao que fere a dignidade humana, mas reage imediatamente ao que expressa a fé.


O que deveria proteger a inocência torna-se objeto de debate técnico.


O que deveria ser expressão legítima da liberdade passa a ser censurado por desconforto.


Quando símbolos religiosos incomodam mais do que situações objetivamente graves, algo está fora do lugar.


A pergunta não é apenas jurídica. É civilizacional.


Se a sociedade perde a capacidade de reconhecer limites básicos de proteção à infância e, ao mesmo tempo, considera excessiva a manifestação pacífica de fé, então não estamos avançando. Estamos apenas trocando referências.


Para onde vamos caminhar?


Um mundo onde a fé deve ficar escondida, mas onde nem tudo o que deveria ser óbvio permanece sendo?


Toda época revela suas prioridades.


E talvez a nossa esteja revelando mais do que gostaríamos de admitir.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Acadêmicos de Niterói leva o ódio para a avenida, destrói a beleza do Carnaval e merece ser punida, aliás “banida”



Acadêmicos de Niterói leva o ódio para a avenida, destrói a beleza do Carnaval e merece ser punida, aliás “banida”

fevereiro 18, 2026

De acordo com o site Jornal da Cidade Online, o samba-enredo é uma parte essencial da cultura carnavalesca brasileira, evocando memórias e emoções profundas nos espectadores. A publicação destaca a experiência comum de muitos brasileiros que aguardam ansiosamente a entrada de sua escola de samba favorita na Avenida, cantando junto cada verso e refrão. Essa tradição, segundo o site, é um elemento unificador que transcende gerações, conectando pessoas através da música e da celebração. Entretanto, o site traz uma crítica contundente à escola de samba Acadêmicos de Niterói, que, segundo a publicação, teria levado uma mensagem de ódio para a Avenida, comprometendo a beleza e a essência do Carnaval. O artigo sugere que a escola, ao adotar tal postura, teria desvirtuado o propósito do evento, que é tradicionalmente uma celebração de alegria e diversidade. A publicação defende que atitudes como essa não apenas prejudicam a imagem do Carnaval, mas também podem ter consequências negativas para a própria escola, que, segundo o site, merece ser punida ou até mesmo banida. O Jornal da Cidade Online argumenta que o Carnaval deve ser um espaço de inclusão e respeito, onde diferentes culturas e expressões artísticas possam coexistir harmoniosamente. A publicação enfatiza a importância de preservar a essência festiva e positiva do evento, sugerindo que qualquer desvio desse propósito deve ser rigorosamente avaliado e corrigido. Segundo o site, a manutenção da integridade do Carnaval é fundamental para garantir que ele continue a ser uma celebração apreciada por todos, sem espaço para mensagens que possam incitar divisões ou conflitos.

De acordo com o site Jornal da Cidade Online, o samba-enredo é uma parte essencial da cultura carnavalesca brasileira, evocando memórias e emoções profundas nos espectadores. A publicação destaca a experiência comum de muitos brasileiros que aguardam ansiosamente a entrada de sua escola de samba favorita na Avenida, cantando junto cada verso e refrão. Essa tradição, segundo o site, é um elemento unificador que transcende gerações, conectando pessoas através da música e da celebração.


Entretanto, o site traz uma crítica contundente à escola de samba Acadêmicos de Niterói, que, segundo a publicação, teria levado uma mensagem de ódio para a Avenida, comprometendo a beleza e a essência do Carnaval. O artigo sugere que a escola, ao adotar tal postura, teria desvirtuado o propósito do evento, que é tradicionalmente uma celebração de alegria e diversidade. A publicação defende que atitudes como essa não apenas prejudicam a imagem do Carnaval, mas também podem ter consequências negativas para a própria escola, que, segundo o site, merece ser punida ou até mesmo banida.


O Jornal da Cidade Online argumenta que o Carnaval deve ser um espaço de inclusão e respeito, onde diferentes culturas e expressões artísticas possam coexistir harmoniosamente. A publicação enfatiza a importância de preservar a essência festiva e positiva do evento, sugerindo que qualquer desvio desse propósito deve ser rigorosamente avaliado e corrigido. Segundo o site, a manutenção da integridade do Carnaval é fundamental para garantir que ele continue a ser uma celebração apreciada por todos, sem espaço para mensagens que possam incitar divisões ou conflitos.

Fonte : Jornal da Cidade.


(Veja o conteúdo completo)

Vergonha ao Governo Brasileiro


 Brasil perdeu a patente internacional da Polilaminina após cortes de recursos destinados à UFRJ em 2015 e 2016, diz pesquisadora.


Segundo a pesquisadora, a perda da patente internacional aconteceu depois que a universidade enfrentou cortes de orçamento justamente no período em que a proteção fora do país exigia manutenção contínua.


E aqui está um ponto que chamou muita atenção: ela afirma que chegou a manter a patente nacional com dinheiro do próprio bolso, para evitar que o trabalho fosse perdido dentro do Brasil.


Isso ajuda a entender o tamanho do problema.


Muita gente acha que “patente” é só registrar e pronto. Mas não é. Manter uma patente ativa — principalmente no exterior — exige taxas, traduções técnicas, prazos rigorosos e suporte jurídico constante. Sem recurso, o processo trava. E quando trava, o país perde proteção e vantagem estratégica.


Importante: a perda da patente internacional não significa que a pesquisa acabou. O conhecimento segue existindo e pode continuar avançando. O que muda é que o Brasil fica mais vulnerável no cenário global, porque uma inovação criada aqui pode ser aproveitada e desenvolvida em outros países com mais estabilidade de financiamento.


Agora, a expectativa é buscar novos editais, parcerias e caminhos para retomar proteção e continuidade do projeto, mas o futuro depende de investimento consistente e planejamento de longo prazo.


E você: isso é falta de verba, falta de prioridade ou falta de estratégia para proteger a ciência brasileira?


.Siga: @psicoteraoeutaabiliomachado

Então Brasil!

O país que perdeu a patente desta descoberta tão importante por falta de dinheiro....... E que gasta milhões em festas e viagens com enorme comitiva em hotéis caríssimos...

Mas que não diminui a relevância e isso sim é pra ser compartilhado para aumentar a esperança de muitas pessoas que precisam de um milagre:


Pelo que li, a Laminina é uma proteína essencial que conecta células.

Sustenta tecidos.

Permite que o corpo se organize ou reorganize por dentro.

E é a partir dela que nasce a polilaminina, que passa a ser então a descoberta mais promissora!


Ela tem o formato de uma cruz, e seria isso apenas uma coincidência? 

Para a ciência, sim.

Mas para mim, é impossível ignorar o simbolismo de sustentação, conexão, vida.

Nos mostra que no nível mais microscópico do corpo humano, há estrutura, há ordem, há propósito.

Há algo que nos mantém de pé!

Eu acredito que essa é a assinatura de Deus. 

Parabéns sua linda Dr Tatiana!

Eu sou O Capivara News!



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Rei João Sem Terra e a Magna Carta

 


Em 1215, na Inglaterra medieval, um rei foi forçado a assinar um documento contra a própria vontade. 


Ele não imaginava, mas aquele acordo mudaria o mundo, o nome dele era Magna Carta.


Na época, o rei João Sem Terra governava de forma autoritária, cobrando impostos abusivos e prendendo pessoas sem julgamento, a nobreza se rebelou e exigiu limites ao poder do rei. 


O resultado foi um texto revolucionário para seu tempo. A Magna Carta estabeleceu princípios inéditos:


— Ninguém estaria acima da lei, nem o rei

— Impostos não poderiam ser criados sem consentimento

— Ninguém poderia ser preso sem julgamento justo


Embora inicialmente limitada aos nobres, a ideia se espalhou, séculos depois, esses princípios influenciaram a criação do Parlamento inglês, da Constituição dos Estados Unidos e de conceitos básicos do Estado moderno, como direitos individuais e devido processo legal.


Quando você ouve falar em “direitos”, “limites do governo” ou “justiça”, está lidando com ecos desse documento medieval.


A maioria das pessoas nunca leu a Magna Carta, mas vive sob suas consequências todos os dias.


#História #CuriosidadesHistóricas #Direitos #Civilização #JornadaMundo

D Pedro II

 


Quando a monarquia brasileira foi derrubada em 1889, Dom Pedro II não reagiu com resistência, nem convocou o Exército. Ele apenas aceitou o exílio, sem discurso, sem luta pelo poder, sem barganha.


Pouca gente sabe, mas anos depois da proclamação da República, o novo governo brasileiro tentou comprar o silêncio do antigo imperador, foram oferecidos dinheiro, conforto e até a possibilidade de um retorno discreto ao país. 


A condição era simples: que ele aceitasse o acordo e encerrasse qualquer símbolo vivo da monarquia. 


Dom Pedro II recusou tudo.


No exílio, viveu de forma extremamente simples, morou em hotéis modestos na Europa, vendeu parte de seus livros para pagar despesas e recusou pensões que considerava injustas. 


Para um homem que governou o Brasil por 49 anos, a vida final foi marcada por sobriedade, não por luxo.


Mesmo longe, nunca deixou de se considerar brasileiro, em seu quarto de hotel, em Paris, mantinha terra do Brasil guardada sob o travesseiro, um gesto silencioso de pertencimento, não era nostalgia performática, era identidade.


Quando morreu, em 1891, não houve honras oficiais brasileiras, o país que ele ajudou a consolidar como nação preferiu esquecê-lo naquele momento. 


Apenas anos depois seus restos mortais foram trazidos de volta, já com o reconhecimento tardio de sua importância histórica.


Dom Pedro II não morreu rico, nem poderoso.

Morreu coerente.


Em uma era em que cargos são trocados por silêncio e memória vira moeda política, sua escolha ainda ecoa: há coisas que não se vendem nem por uma fortuna.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

O circo Brasil...



 O CIRCO BRASIL


Coloquei a lupa na cara e mirei em direção à atual e lastimável situação governamental brasileira.

O Tofolli foi tirado como relator do Banco Master por comprovado envolvimento em ilícitos. A Vivi, esposa do Moraes, assinou um contrato milionário com o mesmo Banco, com a responsabilidade de não fazer absolutamente nada em lugar algum. Mais de trinta Senadores foram contrários à abertura de uma CPMI para apurar a fraude. Ministros do STF concedendo Habeas Corpus para as oitivas de pessoas envolvidas até o último fio de cabelo no rombo do INSS.

É óbvio que incontáveis pessoas estão sendo beneficiadas por um esquema injusto, criminoso e traiçoeiro que, em última análise, só atinge o trabalhador honesto. Este, está sendo esmagado por uma política vigarista, podre, cujo poder judiciário se alia e se envolve. 

Só palhaçada (eu diria: palha assada)! 

Por que a PF não levantou a vida do Alcolumbre antes dele assumir o cargo? Essa roubalheira não começou agora. 

Igual providência deveria ser tomada em relação ao Hugo Motta e todos os demais cargos dos Três Poderes da República. 

Ora, um Banco, uma Empresa que vai contratar, faz uma devassa na vida da pessoa - todos sabemos disso. Como é que, para altos cargos da República, não há necessidade de nada?

A passividade do povo brasileiro me incomoda. A submissão que a nação demonstra é inexplicável, inaceitável e insuportável.

A pergunta é esta:

- “Até quando, Brasil”?

Até quando nós vamos engolir os desmandos e a roubalheira descarada de alguns poucos zombadores da Nação?

Não podemos esperar nada do Trump; nem da delação do Maduro e muito menos da mudança de raciocínio e atitude dos podres.

O EMFA não existe mais, foi extinto por um comunista. As FFAA’s não sabem nem desfilar direito; não empunham seus fuzis, com baioneta calada ou não e não possuem, sequer, munição para qualquer tipo de enfrentamento.

Estamos jogados às traças e precisamos ficar atentos, eles são perigosos.

Faço uso do dialeto Circense:

- “RESPEITÁVEL PÚBLICO”:

A minha esperança - além de uma intervenção Divina - é que, como toda quadrilha, eles se desentendam na divisão do produto dos seus ilícitos e se destruam por si só.

rm 14.02.26

"PÃO E CIRCO" a política do conformismo nola Terra Brasillis

 


Sob a ironia afiada de Zéka Netta 

Eu sorrio largo. Largo mesmo. Daqueles que mostram todos os dentes — e talvez escondam todos os dentes também, atrás da prótese paga em 18 x a hora caríssimos, enquanto os políticos fazem implantes e placas de porcelana.

Estendo o pão com a unha vermelha impecável, enquanto o brilho da fantasia distrai seus olhos. Você olha para o verde, para o dourado, para o meu rebolado simbólico… e nem percebe o quanto o gesto é antigo.

Eu sou o palco. Sou o batuque. Sou o confete que cai enquanto decisões pesadas passam despercebidas.

Te entrego o pão.

Te ofereço o espetáculo.

E ainda faço parecer celebração.

Você aplaude. Eu sorrio mais.

Quanto mais você ri, menos você pergunta.

Não é sobre o carnaval. Nunca foi.

É sobre o que acontece enquanto o samba toca.

Eu, Zéka Netta, digo na lata:

O problema não é a festa — é quando ela vira anestesia.

O perigo não é o riso — é quando ele substitui o pensamento.

E enquanto você decide se dança ou se lê…

Eu continuo aqui, com o pão na mão e o circo armado.

Talvez pela crônica você 🫵 sibta-se perdido(a) vamos mastigar um pouco da história de onde vem... Quem registrou isso foi Juvenal, poeta romano...

A historicidade de “Pão e Circo”

A expressão vem do latim panem et circenses, registrada pelo poeta romano Juvenal, no final do século I d.C., durante o Império Romano. Em suas Sátiras, Juvenal criticava o povo de Roma por ter abandonado sua participação política ativa em troca de benefícios imediatos: distribuição gratuita de trigo (o pão) e espetáculos públicos (os circos).

O contexto romano

Após a transição da República para o Império, especialmente sob governantes como Augusto, o poder foi centralizado. Para evitar revoltas em uma cidade superpopulosa e socialmente desigual como Roma, o Estado organizava:

Distribuição de grãos (annona) para garantir a subsistência básica.

Jogos públicos em espaços como o Coliseu.

Corridas de bigas no Circo Máximo.

Esses eventos eram grandiosos, gratuitos e constantes. Mantinham a população entretida, emocionalmente envolvida e, sobretudo, politicamente passiva.

Juvenal observava, com ironia amarga, que o povo que antes exigia poder e participação agora só pedia “pão e circo”.

O conceito ao longo da história

A ideia não morreu com Roma. Ela virou categoria crítica. Sempre que governos oferecem benefícios mínimos combinados com entretenimento massivo para desviar atenção de problemas estruturais, a expressão reaparece.

Na modernidade, o “circo” pode assumir várias formas:

Grandes eventos esportivos

Programas de entretenimento massivo

Escândalos midiáticos que desviam o foco

Narrativas polarizadoras que substituem debate por espetáculo

E o “pão” pode ser:

Auxílios emergenciais

Benefícios pontuais

Políticas compensatórias que não alteram estruturas profundas

Importante: historicamente, isso não significa que alimento ou cultura sejam ruins. Pelo contrário. O problema surge quando são usados estrategicamente para substituir participação crítica para benefícios políticos.


O ponto central

“Pão e circo” não é apenas sobre manipulação estatal. É também sobre comportamento coletivo.

Juvenal não criticava apenas o imperador — criticava o povo que aceitava a troca.

É essa ambiguidade que torna o conceito tão potente:

Ele denuncia tanto quem oferece quanto quem se contenta.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Manipulação da Linguagem - você 🫵 sabia?






Você sabia que o Big Brother Brasil, que está no ar neste momento na Rede Globo, foi inspirado na obra de George Orwell? Não é à toa que o nome do programa é Big Brother — Grande Irmão, em português. Sempre que surge um problema, o “Grande Irmão”, com a voz alterada, dá a cartada final no programa, representando o controle absoluto das regras e das decisões. Lá dentro, os participantes ficam totalmente em confinamento e altamente vigiados. Isso soa familiar? 🎭 A arte imitando a vida ou a vida imitando a arte? O programa também é conhecido por não ser totalmente imparcial quando se trata dos participantes, o que reforça ainda mais o debate sobre vigilância, poder e controle. E, claro, há a semelhança com países como a Coreia da Morte, onde grande parte da população vive confinada em diversos sentidos, inclusive com forte controle e restrição ao acesso a informações do mundo exterior. É como se a população vivesse em uma realidade paralela, onde Kim é o grande Irmão. A diferença é que, lá, as “recompensas” não são grandes como no programa — na maioria das vezes, elas sequer existem. 



 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

A ALQUIMIA DAS SOMBRAS: O TRIUNFO DOS GIGOLÔS DO PODER

 


A ALQUIMIA DAS SOMBRAS: O TRIUNFO DOS GIGOLÔS DO PODER


É verdadeiramente comovente observar a ascensão meteórica da nossa mais nova aristocracia: os gigolôs do poder. Enquanto o empresariado convencional insiste na arcaica heresia de "gerar valor" e "acumular patrimônio ao longo de décadas", essa elite iluminada descobriu a pedra filosofal da modernidade. Para que suar o rosto no setor privado quando se pode, em parcos dez anos, transmutar um contracheque de vinte mil reais em uma fortuna digna de um xeique árabe?


A "mágica", não reside no trabalho, mas nas oportunidades. É a estética do "trabalho mínimo" para o "lucro estratosférico". Enquanto o trabalhador informal se equilibra no fio da navalha da fiscalização, o gigolô do poder opera sob o manto da legalidade estrita aquela legalidade cínica, construída em gabinetes acarpetados, onde licitações já nascem com sobrenome e destino certo.


A ENGENHARIA DO GANHO FÁCIL


O segredo desse sucesso não está no saldo bancário declarado que coisa mais démodé! mas na sofisticada teia de interpostos:

• Laranjas de Luxo: Empresas que, aos olhos da lei, são modelos de conformidade, mas que servem apenas como dutos para a manutenção de um estilo de vida nababco.


• A Elite Intramuros: Uma casta de "gigolozinhos" que atua como escudo humano e burocrático, garantindo que o líder nunca precise sujar as mãos com a tinta do crime.


• O Cartão e a Senha: A verdadeira moeda de troca não é o cheque nominal, mas o controle absoluto de contas em nomes alheios, onde a senha é a chave do reino.


Do Serviço Público à Subserviência do Crime


O diagnóstico é sombrio: o que deveria ser um instrumento de servir ao povo transformou-se em uma plataforma de extorsão institucionalizada. Estes agentes, dotados de uma oratória autoritária e um comando que subjuga até mandatários eleitos, não são apenas criminosos; são gestores do caos orçamentário.


Se o orçamento da União, estados e municípios fosse um organismo vivo, esses parasitas já teriam metastizado em 50% das células. Eles não apenas habitam o poder; eles o sequestraram. A ganância, aliada à facilidade da impunidade, criou a maior holding do crime que este solo já viu uma organização que não opera em morros, mas em palácios, e cujo "escritório" é o próprio Estado.


A pergunta que resta, entre um escárnio e outro, é: até quando o hospedeiro suportará o peso desse gigolô que, de tanto mamar nas tetas da nação, já se julga o dono do rebanho?

DO INSS À MACONHA: O BRASIL NÃO É PARA AMADORES (E EU POSSO PROVAR)

DO INSS À MACONHA: O BRASIL NÃO É PARA AMADORES (E EU POSSO PROVAR)

Por Zéka Netta 

O Brasil já nos deu carnaval, bossa nova, pão de queijo e imposto até sobre o imposto.

Agora, senhores… nos presenteou com o circuito milionário do Careca do INSS.

É arte contemporânea. É performance. É um tapa na cara do contribuinte.

Tudo começa com uma empresa encantada, quase um Harry Potter do CNPJ:

Spyder Consultoria.

Aberta no fim de 2024 por um jovem visionário de 25 anos, auxiliar de serviços gerais.

Porque, claro, quem nunca varreu um chão hoje e amanhã movimentou 371 milhões de reais?

Capital social? Modestos 120 mil.

Em seis meses, virou um cofre ambulante.

Eu trabalhei décadas e não movimentei nem fila de banco assim.

Mas calma, que melhora.

O BNDES, sempre atento ao talento precoce, olhou pra empresa e disse:

“Isso aqui já é de grande porte.”

Nunca vi a meritocracia correr tão rápido.

Se fosse atleta olímpico, já tava com três medalhas no pescoço.

E como todo conto de fadas brasileiro tem reviravolta, a tal Spyder se conecta à Dinar Participações, velha conhecida do próprio Careca em outras… digamos… experiências administrativas alternativas.

Coincidência? No Brasil, coincidência é política pública.

Aí entra a cereja do bolo — ou melhor, do sundae de absurdos:

Danielle Fonteles, petista, ex-feiticeira eleitoral do partido, recebeu singelos R$ 200 mil da empresa do nosso auxiliar milionário.

Nada demais. Só um Pix camarada entre amigos que nunca se viram.

E quando você acha que acabou, vem o plot twist verde.

Verde medicinal.

A Polícia Federal encontrou ligação entre Danielle, o Careca e a Cannabis World, empresa de maconha medicinal em Portugal.

Resumo do roteiro:

Laranja na ponta;

Milhões no meio;

Petista circulando no entorno;

E o brasileiro… anestesiado no sofá.

O mais impressionante não é o esquema.

É como a gente já nem se escandaliza mais.

Virou paisagem. Virou rotina. Virou “ah, mais um”.

Mas não, minha gente.

Isso é um absurdo completo.

Pode até ser menor que outros absurdos — porque aqui a concorrência é forte —

mas continua sendo absurdo.

Se você não está acompanhando tudo isso com o nariz de palhaço devidamente colocado, então é porque já normalizou demais.

E não adianta só xingar a tela.

Indignação sem informação é só barulho.

Por isso eu criei a Te Atualizei.

Um espaço onde ainda dá pra respirar sem pedir autorização, onde a gente pode:

🟢 Dizer o que precisa ser dito;

🟢 Resgatar a história antes que ela seja maquiada;

🟢 Se conectar com quem ainda não desistiu do país.

Tudo isso com o humor, o sarcasmo e a acidez que esse momento exige.

Porque se é pra sobreviver ao Brasil…

que seja rindo, pensando e incomodando.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Inversão de valores


 E pensar que Jair Messias Bolsonaro foi inicialmente preso e sendo torturado sob a alegação de ter convocado uma vigília em seu apoio - mesmo estando cercado por agentes de segurança fortemente armados, com sua residência integralmente monitorada por câmeras.


Nada disso é aleatório. Há método.

Há roteiro.

E ele vem sendo executado desde 2018.


Não se trata da destruição de uma pessoa, mas daquilo que ela representa. O alvo é a fé, a família, os valores, a defesa da vida, a oposição às drogas e o compromisso com a liberdade.


Por isso a inversão é constante: acusam os outros exatamente daquilo que são e praticam.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O Jaleco Antes do Saber...


 O Jaleco Antes do Saber

Há algo profundamente errado quando o jaleco chega antes do conhecimento.

Não é impressão. Não é exagero retórico. É sintoma.

Vivemos um tempo em que o vestibular deixou de ser porta e virou detalhe. A prova, que deveria aferir preparo mínimo para áreas vitais, tornou-se uma formalidade quase decorativa, como aqueles avisos de “uso obrigatório” que ninguém fiscaliza. O que decide não é mais o domínio do conteúdo essencial, mas o enquadramento correto numa engenharia social que confunde reparação histórica com dispensa de competência.

E não se trata de moralismo barato. Trata-se de química básica, de biologia funcional, de raciocínio clínico elementar. Trata-se do tipo de conhecimento que não admite poesia, militância ou boas intenções — porque o corpo humano não negocia com discursos. Ele reage. Ele falha. Ele morre.

Quando alguém entra em Medicina sem demonstrar domínio minimamente aceitável das disciplinas estruturantes, o problema não é o aluno. É o sistema que assinou embaixo. O mesmo sistema que depois se espanta quando o Exame Nacional de Medicina escancara o óbvio: faculdades inteiras incapazes de alcançar nem um terço da nota exigida. Instituições que formam médicos que não reconhecem diagnósticos básicos, erram condutas primárias e tropeçam onde não deveriam sequer hesitar.

Aí o discurso corre para salvar a imagem: “o exame é elitista”, “a avaliação é cruel”, “o problema é a metodologia”. Nunca, curiosamente, o problema é o conteúdo que não foi aprendido.

Há uma ironia cruel nisso tudo. Em nome da inclusão, estamos criando uma nova forma de exclusão: a do paciente que vira campo de treinamento. A do pobre que serve de estatística. A do SUS que recebe profissionais diplomados, porém mal preparados, porque alguém decidiu que cobrar saber era ofensivo.

O resultado é uma medicina de slogans.

De jalecos com causa.

De formandos cheios de discurso e vazios de base.

E enquanto isso, a educação essencial — aquela que sustenta qualquer prática responsável — apodrece em silêncio. Professores desautorizados, currículos diluídos, avaliações flexibilizadas até perderem sentido. O rigor virou palavrão. A excelência, suspeita. O mérito, uma ofensa moral.

Eis o recorte:

Eis o retrato da genialidade institucional.

Uma candidata formada em escola particular de elite, mensalidade na casa dos quatro mil reais, localizada em bairro nobre do Rio de Janeiro.

No vestibular de Medicina da UERJ, desempenho em química: 6,25 de 20.

Tradução honesta: insuficiente.

Classificação geral: 1243ª posição.

Mas eis que entra em cena o milagre burocrático: a política de reserva de vagas que ignora origem escolar, desempenho acadêmico e mérito comparativo — desde que o enquadramento identitário esteja correto.

Resultado? Um salto elegante de mais de mil posições direto para uma das 104 vagas de Medicina.

A ciência respira aliviada.

A meritocracia pede licença para se retirar.

E o vestibular vira peça decorativa.

No fim das contas, não importa o domínio do conteúdo, nem o preparo técnico: o critério decisivo não está mais na prova, mas no formulário.

Um brinde à engenharia social aplicada à medicina.

Porém, o organismo humano continua exigente.

A farmacologia continua implacável.

A fisiologia segue indiferente às narrativas.

Não há política pública que altere a reação adversa de um medicamento mal prescrito. Não há representatividade que substitua o conhecimento de uma dose correta. Não há justiça social que compense um diagnóstico errado.

Quando o sistema baixa a régua demais, ele não se torna mais justo — apenas mais perigoso.

E talvez o maior escândalo não seja quem entra, mas quem permite que se entre sem saber. Porque isso não é inclusão. É negligência institucional com selo de virtude.

No fim, brindam à ciência.

Mas esquecem de estudá-la.

E a conta, como sempre, não fica com o discurso.

Fica com quem deita na maca. 

 — porque na nota, definitivamente, não deu.

Eis que eu sou um que deita na maca quase todas as semanas. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

O Boletim que Não Cabia na Pasta - O Capivara News


 O Boletim que Não Cabia na Pasta

Eles tinham notas impecáveis.

Médias altas, prêmios acadêmicos, olimpíadas no currículo, cartas de recomendação escritas com vocabulário de excelência. Eram alunos-modelo — desses que a escola exibe como troféu e a família emoldura na parede da sala.

Mas algo não estava ali.

Na Coreia do Sul, algumas universidades começaram a fazer uma pergunta que não aparece no histórico escolar tradicional, nem na pasta de certificados:

como você tratou os outros enquanto aprendia tudo isso?

E a resposta veio tarde demais para alguns.

Os portões não se fecharam por falta de inteligência.

Fecharam-se por memória.

Porque enquanto resolviam equações complexas, havia quem resolvesse humilhar colegas.

Enquanto treinavam para provas decisivas, treinavam também o desprezo, o riso coletivo, o empurrão disfarçado, a palavra lançada como brincadeira — dessas que não deixam hematoma visível, mas constroem abismos silenciosos dentro de quem recebe.

Bullying não entra como disciplina obrigatória, mas vira prática recorrente para quem aprende cedo que poder é fazer o outro diminuir.

E muitos aprenderam bem.

Cresceram ouvindo que o mundo é competitivo, que vencer exige dureza, que sensibilidade atrapalha. Tiraram boas notas nisso também. Só não perceberam que estavam sendo avaliados o tempo todo — não por provas, mas por testemunhas.

A universidade, nesse caso, não rejeitou o talento.

Rejeitou o caráter em formação.

Há quem chame isso de exagero.

Quem diga que passado é passado.

Que jovens erram, amadurecem, mudam.

Erram mesmo. Mas alguns erros deixam currículo emocional nos outros.

E esse currículo não se apaga com diploma.

Porque quem sofreu bullying não esquece apenas porque o agressor “virou alguém na vida”. Às vezes, é justamente isso que aprofunda a ferida: ver o outro premiado enquanto o próprio corpo ainda reage a memórias que não pediram permissão para ficar.

Talvez a lição mais dura seja essa:

o futuro não é só para os mais inteligentes — é para os que aprendem a conviver.

Conhecimento sem ética vira instrumento.

Mérito sem humanidade vira ameaça.

E excelência acadêmica sem responsabilidade relacional pode formar profissionais brilhantes… e pessoas inviáveis.

No fim, esses alunos descobriram que nem toda reprovação vem com nota vermelha. Algumas vêm com silêncio institucional e uma frase educada que dói mais do que qualquer xingamento antigo:

“Seu perfil não está alinhado com os valores da nossa comunidade acadêmica.”

E talvez — só talvez — essa tenha sido a primeira aula de verdade que eles não conseguiram colar.

Mas então a história atravessa o oceano e chega até nós.

Funcionaria no Brasil?

Aqui, ainda confundimos consequência com perseguição.

Responsabilização com vingança.

E justiça com cancelamento.

Vivemos numa cultura onde o “foi só brincadeira” costuma absolver, onde o boletim alto serve como atestado moral, onde até o Judiciário, muitas vezes, se mostra manipulável, desigual, atravessado por poder econômico, influência social e narrativas bem construídas.

Mas é importante dizer: o caso coreano não começou no tribunal.

Começou na cultura.

Universidades disseram, sem rodeios: não basta ser brilhante, é preciso ser habitável.

Aqui, ainda toleramos o “talentoso difícil”, o “gênio arrogante”, o “aluno problemático, mas muito capaz”. A régua ética costuma baixar quando a régua do desempenho sobe.

E talvez seja por isso que a pergunta final incomoda tanto — porque ela obriga a trocar de lugar.

E se fosse seu filho o banido por ter praticado bullying… você chamaria isso de injustiça?

E se fosse seu filho a vítima desse mesmo bullying… você chamaria isso de justiça?

Talvez a resposta revele menos sobre universidades estrangeiras e mais sobre o tipo de sociedade que estamos, silenciosamente, aprovando.

Porque educar não é apenas preparar para passar em provas.

É preparar para existir entre outros sem destruí-los.

E isso, definitivamente, não cabe numa pasta escolar.

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Reflita sobre isso, lembrando que se conceito fala mais de seu caráter e comportamentos que o deles...

PARABÉNS PETISTAS VCS SÃO O ORGULHO DA NAÇÃO….👏👏👏👏

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