Então segura, porque o Zéka Netta não perdoa — e quando o céu e o mar viram palco de espetáculo geopolítico, ele já aparece de bigodinho irônico, gravando na máquina de escrever invisível da capivara:
Semana dos aviões que não são feitos de papel - Capivara News
Rapaz… se tem alguém que sabe transformar o medo coletivo em crônica temperada de ironia é esta vossa capivara de caneta afiada: Zéka Netta. Olho pra esse cardápio de aeronaves suspeitas e navios de guerra como quem encara um prato de feijoada servida às três da manhã: pesada, indigesta e com aquele tempero que dá azia política.
Primeiro, o avião de carga soviético pousando em Brasília como quem “só veio deixar uma encomenda” — mas a encomenda é sanção, constrangimento diplomático e meme pronto no Twitter. Só pode pousar em caso de extrema emergência, mas parece que a emergência é sempre maior do que a soberania, não é?
Um dia depois, aparece o tal avião descaracterizado em Foz do Iguaçu, sem bandeira (aliás uma.bem pequen que mal dava para ver), sem brasão, mas com a cara lavada de quem já pousou em muito canto sem precisar explicar nada, a tanto que a guarda particular de Alexandre, a tal PF, não conseguiu entrar pelo caráter diplomático da aeronave. O povo logo fala: “É da CIA!”. Se não for, perdeu a chance de ser, porque encaixa direitinho no figurino. As teorias nascem como capim na beira da estrada — tem pra todo gosto: desde “reunião secreta de espiões” até “troca de Pokémon raro entre generais”.
E, pra fechar a ópera, a marinha americana dando um rolê no Caribe. “Exercício de rotina”, dizem eles. Rotina pra quem, né? Pro resto do mundo parece mais aqueles vizinhos que passam com o carro devagar em frente da sua casa só pra mostrar que compraram som novo.
O resultado? No povão dá aquele aperto no peito que parece azia de pastel de rodoviária. Nos palácios e quartéis, dá o famoso cagaço institucional: ninguém sabe se acende vela pra santo ou se liga pros advogados de Nova York.
No fim, a gente percebe que avião pousando fora de hora e navio rondando perto não são só movimentos estratégicos, são lembretes: o mundo é um tabuleiro e nós estamos mais pra peão do que pra torre.
E há a frase:alguém próximo a Maduro em breve estará 50 milhões de dólares mais rico. E claro que tem um certo molusco que não passou um fio de agulha, pensando que Trump estava chegando para pegar uma lata de jabuticaba ou alguns cachos de uva...


Cativara News é um bom nome...kkk
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